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Eriton Junior
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Bíblia

Respondeu 2. Set, 2009

Bíblia
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Iniciou esta discussão. Última resposta de Eriton Junior 2. Set, 2009.

 

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24 dezembro 2009
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2 setembro 2009
. A Paz de Cristo reine em todos os corações. A Bíblia é a inerrante e infalível Palavra de Deus! Imutável!! A Bíblia é a revelação escrita de Deus acerca de sua Vontade para os homens. Seu tema central é a Salvação mediante Jesus Cristo. "E es…
1 setembro 2009
A Biblia realmente e a palavra de Deus,usado pelo seu Espirito Santo para os quarentas autores diferentes epocas e nação diferente e idioma diferente e classe social diferente,para Deus somos todos iguais.
1 setembro 2009
1 setembro 2009
Se eu sou predestinado a algo não que dizer que meu destino seja este! Fomos pre+destinados a salvação mas o destino a qual chegarmos depende de nós! Portanto, Deus pela sua graça nos condicionou a sermos salvos, cabe a nós dizer-mos sim Senhor te q…
1 setembro 2009
Eriton Junior adicionou uma discussão
A Bíblia é a Palavra de Deus ou contém a Palavra de Deus? Gostaria de respostas racionais e não um opnião vaga. Resposta de crente que pensa e não que os outros pensam por ele.
1 setembro 2009
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Qual é o endereço do Blog
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auxiliar de Engenharia
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Às 21:20 em 25 dezembro 2009, lea E. Wasiliew disse...
Parabens!!!
Deus abençoe ricamente.
Abraços

Será uma alegria sua visita:http://mulhersabia.blogspot.com/
Às 9:37 em 25 dezembro 2009, Pastor Gilberto Pratas disse...
Oi Eriton.
Há datas que não podem ser esquecidas. O Seu aniversário é uma delas...
Que este dia lhe traga lembranças em dobro de todas as grandes realizações do passado e que projete para o futuro um tomar posse de todos os sonhos e grandes desejos de seu coração.
E que no presente possamos ter a satisfação de tê-lo como amigo e irmão em Cristo Jesus.
Enão poderia deixar de desejar um feliz natal e que Cristo Jesus possa renascer todos os dias em seu coração.
Pastor Gilberto e Mary
visite-nos: afontedeaguaviva.blogspot.com
Em 3:51pm on dezembro 24, 2009, Maria Cristina Gama deu para Eriton Junior um presente...
Um dia belíssimo para nascer... Felicidade e Cristo sempre em sua vida! http://chrisamag.blogspot.com/
Da Loja de presentes
Às 12:09 em 1 setembro 2009, Sandra Queiroz disse...
Que nesta semana o sobrenatural de Deus aconteça na sua vida e na vida das pessoas que estão próximas a vc! Deus te abençoe

Se puder me add!!
Às 19:05 em 31 julho 2009, paulo henrique da fonseca disse...
amado eriton voce não entendeu minha resposta estava repondendo sobre dizimo dobrado para ganhar cargo na igreja e receber prosperidade financeira logico que Deus não precisa de dinheiro ele e dono do ouro e da prata quando eu falei dar o de cesar o que e de cesar e de Deus o que e Deus era sobre fidelidade com dizimo e oferta ; Deus so quer nossa verdadeira adoração, fica na paz que jesus lhe abençoe muito.
Às 21:02 em 26 julho 2009, Carlos R. Cavalcanti disse...
Certeza da Salvação [ensino a um duvidoso crítico]



Olá FFFF, a paz seja contigo!

Se me permite, gostaria de fazer alguns comentários sobre sua resposta ao meu diálogo. Peço que não repare na linguagem e na estrutura do meu texto, pois o escrevi na correria. Você escreveu:

"A Salvação é sim por meio de Jesus, mas isso também depende de nossas atitudes."

Eu entendo sua preocupação ao escrever isso. Você tem medo, como muitos, que a graça de Deus se transforme em dissolução (Jd.4), e que os cristãos pensem que, afinal, podem pecar o quanto quiserem, pois são salvos pela graça. É uma preocupação sincera, reconheço. No entanto, não posso concordar com sua frase acima, e vou explicar o motivo.

A Bíblia é bem clara ao afirmar que nossa salvação é totalmente pela graça: “Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Rm.3.23-24) ; “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef.2.8-9); etc.

Nós só compreendemos corretamente essa verdade quando conhecemos qual a nossa condição e posição diante de Deus. Já nascemos “mortos em ofensas e pecados” (Ef.2.1), cada um de nós é “servo do pecado” (Jo.8.34) e, por natureza, “... todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam” (Is.64.6). Além dessa corrupção interior, todos nós nascemos debaixo da condenação do pecado, pois “o salário do pecado é a morte” (Rm.6.23). Em tal situação é impossível que o homem contribua, com o mínimo que seja, em sua salvação. Assim como um morto não pode fazer coisa alguma, um morto espiritual não pode fazer nenhum bem espiritual.

Por isso nossa salvação depende inteiramente de Deus, que por Sua maravilhosa graça, enviou Seu Filho ao mundo para viver e morrer em nosso lugar. E não apenas isto, é Ele quem nos ressuscita espiritualmente (Ef.2.1) e nos traz a Cristo. Sem essa ação de Deus, operando o novo nascimento (Jo.3.3), ninguém viria a Cristo: “Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou o não trouxer” (Jo.6.44). Nem o arrependimento e a fé podem ser considerados como uma obra nossa da qual depende nossa salvação, pois a Bíblia ensina que até essas coisas são dons de Deus dados a nós: “Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também a padecer por ele, ...” (Fp.1.29); “Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência, e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?” (Rm.2.4). A fé não é a causa da nossa salvação, mas o instrumento pelo qual nos apropriamos dela. Além disso, como eu disse acima, a fé, juntamente com o arrependimento, é um dom de Deus.

Talvez você concorde com tudo o que eu disse até agora, mas afirme que se o cristão não permanecer na fé e não for obediente em sua vida cristã poderá perder a salvação. No entanto, ao contrário do que a maioria dos cristãos pensam, a salvação não pode ser perdida, justamente pelo fato de a salvação ser pela graça e não depender de obras! Isso é ensinado em toda a Bíblia e aqui citarei apenas algumas passagens. Jesus disse em João 6.47: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna”. Tudo aqui está no presente. Se alguém crê em Jesus com verdadeira fé, então ele já tem, no presente, a vida eterna. Jesus não disse que aquele que crê n’Ele terá a vida eterna, mas que já tem aqui e agora. Ora, se a vida que o cristão tem é eterna, é ilógico pensar que ela possa ter um fim ou que ele possa perdê-la, afinal, ela é eterna.

Ainda sobre isso, Jesus disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem. E dou-lhes a vida eterna, e elas nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai ” (Jo.10:27-29) . Jesus afirma que Suas ovelhas, que receberam a vida eterna, nunca hão de perecer, e ninguém (inclusive as próprias ovelhas, obviamente) poderá arrebatá-las e das mãos do Pai (e de Suas mãos, obviamente - Jo 10.30). Paulo também fala sobre isso em Filipenses 1.6: “Tendo porcerto isto mesmo, de que aquele que em vós começou boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo”.

Mas talvez a passagem mais forte sobre o assunto se inicie no capítulo 5 de Romanos, onde Paulo começa a argumentar sobre a certeza da salvação. Do versículo 6 ao 11 Paulo apresenta um argumento incrível a respeito disso, que eu não irei repetir pois já o expliquei no meu Diálogo Sobre a Salvação pela Graça e Suas Conseqüências. Do versículo 12 ao 21 Paulo faz um paralelo entre Adão e Cristo, e mostra que, assim como o pecado de Adão foi imputado a todos os seus descendentes resultando em condenação, assim também a justiça de Cristo é imputada a todos aqueles que crêem resultando em salvação. Isso acontece por causa de nossa união com Cristo; nós estamos n’Ele e, graças a essa união, nossos pecados foram imputados a Cristo, e a justiça d’Ele foi imputada a nós.

Depois de um parêntese nos capítulos 6 e 7, Paulo continua o tema da certeza da salvação no capítulo 8 da mesma epístola, e inicia o capítulo dizendo: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Ele continua o assunto e no versículo 30 afirma: “E aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou”. Veja o que ele afirma: os mesmos que são justificados (todos os que crêem) serão glorificados, isto é, terão seus corpos transformados quando Cristo voltar. Ele não disse que apenas alguns dos justificados serão glorificados, mas que todos os que são justificados serão glorificados. E para mostrar a certeza disso, ele até coloca a glorificação como um fato já consumado, utilizando o verbo no passado: “a estes também glorificou” (e não glorificará). Paulo encerra toda esta argumentação sobre a certeza da salvação com uma passagem muito conhecida, mas pouco compreendida, para a qual peço que você dedique a máxima atenção:

“Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte todo o dia, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque eu estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm.8.31-39) .

Paulo mostra na passagem acima que nossa salvação depende totalmente de Deus e do Seu amor por nós, que foi demonstrado na obra que Cristo realizou em favor dos Seus escolhidos. E esse amor é tão grande que absolutamente nada – nada mesmo, nem mesmo nós – pode nos separar dele! Em nenhum momento Paulo afirma que a salvação depende de nossas atitudes. O grande problema de muitos cristãos é achar que a salvação depende daquilo que fazem, e não daquilo que Deus fez em Cristo de uma vez por todas. Às vezes pensam e falam de tal forma que parecem crer que eles mesmos se salvam. No entanto, nossa salvação é, do começo ao fim, uma obra exclusiva de Deus, como Jesus, Paulo e todos os demais apóstolos demonstram várias vezes. “Do Senhor vem a salvação” (Jn.2.9). "Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef.2.9).

Somente quando compreendemos tudo isso é que entendemos o que significa ser salvo pela graça e podemos louvar a Deus juntamente com Paulo, humilhados e agradecidos diante do Trono da Graça: “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Rm.11:33-36) .

Depois de tudo isso talvez você volte à preocupação inicial sobre a graça transformada em dissolução. Pois se a salvação não depende em nada de nós, parece que podemos fazer o que quisermos e isso não fará diferença nenhuma. Mas Paulo responde a essa questão no capítulo 6 de Romanos, demonstrando que não é possível que aqueles que foram salvos continuem a viver no pecado, porque eles estão unidos com Cristo em Sua morte e ressurreição. Eles não apenas foram justificados, mas também regenerados. A velha natureza dos cristãos foi crucificada e agora eles têm uma nova. Não são mais servos do pecado, mas da justiça (Rm.6.18). O prazer deles não é mais o pecado, mas a santidade. A obediência e as boas obras surgem agora naturalmente, frutos de um coração que foi transformado por Deus: “Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Ef.2.10). Assim como uma árvore boa produz bons frutos, um verdadeiro cristão produz boas obras (Mt.12.33).

Isso não significa que os que foram salvos não pecam mais, pois o próprio apóstolo João reconhece que isso ainda irá acontecer: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós [...] Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (I Jo.1.8,10). Então, nós podemos perder a nossa salvação, devido aos pecados que ainda cometemos? Não, e nessa mesma passagem João apresenta a solução: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça [...] Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; E, se, alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (I Jo.1.9; 2.1-2). O sacrifício de Cristo é suficiente para nos perdoar de todos os nossos pecados, passados, presentes e futuros. Além disso, Jesus ainda está diante do Pai, como nosso Advogado.

Mas e se não confessarmos os nossos pecados a Deus, seremos perdoados? Primeiramente, aquele que foi verdadeiramente salvo confessa seus pecados a Deus. Isto é natural para ele. No entanto, é óbvio que há muitos pecados que cometemos e não lembramos. E é possível que um salvo morra sem ter confessado seus últimos pecados. Em tais casos obviamente a pessoa é perdoada, porque o perdão não está alicerçado em sua confissão, mas na obra objetiva de Cristo em Sua vida e morte. Nossos pecados foram imputados sobre Cristo e Ele já levou a condenação por eles. Por outro lado, a justiça de Cristo é imputada a nós quando cremos, e graças a isso recebemos a vida eterna. Retomando o que já foi dito, “Portanto, agora nenhuma condenação...” (Rm.8.1).

Se nossa salvação dependesse em algum momento de nossas obras todos estaríamos perdidos, pois mesmo as nossas melhores obras que praticamos como cristãos ainda são imperfeitas. Quantas vezes ajudamos o nosso próximo com o fim de cumprir o mandamento de Cristo de amarmos o nosso próximo como a nós mesmos, mas quando olhamos para dentro de nós encontramos uma raiz de interesse próprio? Quantas vezes nós, que somos ministros de louvor, fomos tomados de orgulho em meio à adoração, pelo fato de Deus nos usar como instrumentos para edificação da igreja? Sejamos sinceros, mesmo as nossas melhores obras não chegam aos pés do que é exigido pela lei de Deus: "Conforme ao mandado da lei que te ensinarem, e conforme ao juízo que te disserem, farás; da palavra que te anunciarem te não desviarás, nem para a direita nem para a esquerda". Citando novamente o profeta Isaías: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia” (Is.64.6).

Resumindo tudo o que foi dito até agora, a salvação depende inteiramente de Deus e é totalmente pela Sua graça, sem nenhuma contribuição de nossa parte. Todas as demais coisas que você escreveu em seu comentário, falando sobre a necessidade do cristão se santificar, foram respondidas por tudo o que eu disse acima. A santificação não é a causa de nossa salvação, mas uma conseqüência. Só se santifica quem já foi salvo. E quem já foi salvo necessariamente se santifica. Por isso, todo aquele que foi salvo verá a Deus e pode ter certeza de sua salvação. Jesus já fez tudo por nós. Portanto, descansemos n’Ele pela fé.

Meu desejo é que este texto possa esclarecer essas verdades a você e a todos os cristãos que, por não compreenderem a graça de Deus e a justiça de Cristo, ainda vivem temendo a morte e o inferno!

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória. Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém”. (Jd.24-25)

Abraços,

André Aloísio

O principal dos pecadores (I Tm.1.15)
Às 20:57 em 26 julho 2009, Carlos R. Cavalcanti disse...
Vivendo com Medo de Perder a Salvação?
O medo é a ferramenta que o "sistema sacerdotal" usa para manter o controle
Recursos úteis para sua maior compreensão


As Igrejas Cristãs Estão Abrindo as Portas Para o Anticristo


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Título do Livro 2


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Título do Livro 3


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Título do Livro 4


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Desde a queda do homem no Jardim do Éden até o presente momento, Satanás continua empenhado em convencer os homens que a vida eterna é alcançada pelas boas obras. É óbvio que essa é uma mentira bem no estilo do próprio "pai da mentira" — um rótulo descritivo atribuído a ele pelo Senhor Jesus Cristo quando censurou os fariseus:

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira" [João 8:44].

Em todo o Novo Testamento há o ensino que refuta completamente a possibilidade de alguém poder salvar a si mesmo. Para obter (não alcançar) a vida eterna, é necessário recebê-la por meio da graça de Deus, ou nada feito.

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie." [Efésios 2:8-9; ênfase adicionada].

Contudo, devido à nossa natureza humana depravada, "tornar possível nossa entrada no céu" parece algo racional. E a razão principal por que toda religião falsa e organização secreta enfatiza o conceito é que existe um elemento lógico insidioso dentro desse ponto de vista, que envolve o medo nos corações de todos os adeptos. É mais ou menos assim: "Alcancei a salvação por causa de minhas boas obras e se eu deixar de praticá-las, vou perdê-la!".

Bingo! Este, meus amigos, é o temor maligno pelo qual milhões de pessoas foram e continuam a ser mantidos em servidão espiritual!

"Sacerdócio" é um termo ocasionalmente usado para descrever aqueles que usam esse temor para controlar e manipular os paroquianos. O catolicismo romano levou esse sistema à perfeição, mas algumas denominações protestantes também sucumbiram ao seu apelo. É um fato triste que tantas pessoas possam ser conduzidas para qualquer lugar pelos narizes se o espectro da condenação eterna foi colocado logo acima de suas cabeças.

Esse temor é justificável? Pode o ensino doutrinário ser encontrado na Palavra de Deus para apoiá-lo? NÃO!! Muito ao contrário — as Escrituras ensinam claramente o oposto, quando tudo o que elas dizem sobre o assunto é estudado com atenção. Considere o seguinte:

"E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo. No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." [1 João 4:16-21; ênfase adicionada].

"Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação." [2 Timóteo 1:7].

Portanto, para o crente, ter medo de perder a salvação é tão ridículo quanto uma criança que tem pais amorosos pensar que eles poderão mandá-la para fora de casa se ela não se comportar direito. Será se passaria pela cabeça desses pais "desfazer-se" daquela criança por mais desobediente e difícil que ela seja? A simples idéia já seria algo repugnante! Porém muitos cristãos nascidos de novo permitem ser convencidos que o Pai Celestial — o Deus amoroso e santo que graciosamente os recebeu em Sua família — mudará de idéia e por um capricho os enviará para o inferno se eles forem desobedientes. E eles passam a vida angustiados e preocupados se vão ou não para o céu quando morrerem. "Cometi pecados terríveis e certamente minha salvação foi perdida". Para esses temores patéticos (e totalmente infundados), somente temos de mostrar que 100% dos nossos pecados estavam bem no futuro quando o Senhor derramou Seu sangue precioso para pagar por eles na cruz.

Há então a idéia estúpida de "perder o nascimento". É possível reverter o nascimento físico? É claro que não e do mesmo modo não é possível perder o nascimento espiritual. Uma vez que recebemos o dom do Espírito Santo e Ele literalmente passa a residir dentro de nós, a vida eterna nos céus é tão certa como se já estivéssemos lá! Como podemos saber que isso é verdade? A Palavra de Deus nos diz!

"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou." [Romanos 8:28-30, ênfase adicionada].

Portanto, a despeito do fato que isto é difícil de compreender — os verbos "predestinou", "chamou", "justificou" e "glorificou" estão todos no tempo pretérito. Destarte, a partir da perspectiva de Deus, todos os crentes foram elevados até o ponto da glorificação. Nossa existência eterna com Ele nos céus é um assunto já resolvido e é irreversível porque nos tornamos parte de Sua família!

"Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem. [Hebreus 13:5-6; ênfase adicionada].

O erudito em língua grega Kenneth Wuest diz que essas negativas (os "não" destacados em negrito e sublinhado) precedem o verbo no texto grego original. Somente uma dessas afirmações da parte de Deus já seria infinitamente suficiente, mas Ele nos diz e repete para confortar os corações vacilantes e depravados de Seus filhos — aqueles a quem Ele resgata da família do Diabo e adota como Seus filhos.

"E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade." [Efésios. 1:5].

Finalmente, em Romanos 8, o apóstolo Paulo responde a todo possível "e se?" que um coração vacilante poderia imaginar no que se refere à perda da salvação:

"Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito:Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia;Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." [Romanos 8:33-39].

Portanto, à luz de todas essas afirmações do apóstolo Paulo, que foi especificamente comissionado por Deus para entregar as grandes doutrinas da fé para a igreja, por que iria um cristão genuíno permitir que um praticante do sistema sacerdotal o controle, insistindo no oposto? Todos os pregadores que adotam a posição doutrinária que a perda da salvação é possível — percebam eles ou não — estão tentando fazer as pessoas seguirem "pelo caminho estreito e difícil" mantendo essa terrível ameaça sobre suas cabeças.

Embora precisamos compreender que Deus realmente disciplina Seus filhos, a punição é dada por um Pai amoroso e não pelo Juiz de toda a criação:

"Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho." [Hebreus 12:6].

O amor — não o medo — é o princípio norteador ensinado no Novo Testamento e nosso maravilhoso Pai Celestial nos protegerá para sempre em seus braços amorosos.


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Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", clique aqui http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.
Às 20:43 em 26 julho 2009, Carlos R. Cavalcanti disse...
Perseverança dos Santos

Respostas aos questionamentos de Hermandes em União dos Blogueiros Evangélicos.

Esse texto foi escrito por um arminiano em um debate teológico, quem o ler, sem ter um entendimento da ortodoxia, dirá: “É justamente isso que diz as Escrituras”. Porém, o erro é introduzido dissimuladamente. Se não conhecermos a verdade, como poderemos conhecer o errado. Por isso que as confissões de fé foram escritas, para orientar o laico a respeito das doutrinas bíblicas. Geralmente esses que deturpam a Palavra de Deus, citam um versículo e faz um comentário totalmente descontextualizado. Vejamos:

“A despeito de não perdermos a nossa convicção de vida eterna por qualquer motivo, a permanência consciente no pecado pode sim levar-nos à perda da salvação (Pv 29.1; Hb 10.29), uma vez que a segurança dela depende de nossa cooperação (1 Tm 4.16). Está escrito na Bíblia: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado, o qual também recebestes e no qual também permaneceis; pelo qual também sois salvos, se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado, se é que não crestes em vão” (1 Co 15.1,2). Observe como a manutenção da nossa certeza da salvação está condicionada à obediência ao evangelho verdadeiro” (2 Co 11.3,4; Gl 1.8) (Hermandes, 2008).

A Perseverança dos Santos na História
Essa doutrina é conhecida teologicamente como “Perseverança dos Santos”. Quem primeiro ensinou, de uma forma mais contundente, foi Santo Agostinho. Mesmo a Igreja Católica Romana, sendo semipelagiana, ensinando a doutrina antibíblica do livre-arbítrio, negando a perseverança dos santos e colocando o homem na incerteza da sua própria obediência, Agostinho afirmava que os eleitos não podem cair de forma que se percam definitivamente. Contudo, foram os Reformadores que resgataram essa doutrina colocando-a em seu devido lugar. Já o arminianismo assume a posição Romanista em oposição as doutrinas das Igrejas Reformadas dos Países Baixos. A esse respeito, vejamos o que nos diz Luiz Berkhof:

Os Arminianos rejeitaram este conceito e proclamaram que a perseverança dos crentes depende da sua vontade de crer e das suas boas obras. Pessoalmente, Armínio evitou esse extremo, mas os seus seguidores não hesitaram em manter a sua posição sinergista, com todas as suas conseqüências. Os Arminianos Wesleyanos seguiram esse rumo, e assim também várias outras seitas (2001: 501).

A doutrina da Perceverança
A respeito dos Reformadores, Berkhof declara que eles não consideram a perseverança dos santos como sendo algo que o homem consegue desenvolver a capacidade de permanecer fiel por si próprio, mas é Deus que garante tal disposição e não o homem (2001: 502). A perseverança é definida pelos Reformadores dessa forma:

Pode-se definir a perseverança como a continua operação do Espírito Santo no crente, pela qual a obra da graça divina, iniciada no coração, tem prosseguimento e se completa. Os crentes continuam de pé até o fim, porque Deus nunca abandona a sua obra (BERKHOF, 2001:502).

Strong também define da mesma forma a doutrina da perseverança dos santos:

As Escrituras declaram que, em virtude do propósito original e operacional contínuo de Deus, todos os que estão unidos a Cristo pela fé continuarão infalivelmente em um estado de graça e, finamente, alcançarão a vida eterna (STDRONG, 2003: 624).

Fundamentos da Doutrina
Há muitas passagens nas Escrituras que confirmam a doutrina da “Perseverança dos Santos”. E todas as outras doutrinas concordam com ela. Iremos considerar aqui alguns versículos que mostram que a nossa perseverança na graça é assegurada por Cristo Jesus.

1. Jo.10:27-30 – “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão. Meu Pai, que as deu para mim, é maior do que todos, ninguém as pode arrancar da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um” (itálico e negrito meu).

A vida que recebemos de Cristo é eterna, ou seja, nunca terá fim, começou na eternidade quando o Pai nos elegeu para essa tão gloriosa salvação. Se a vida eterna pudesse ser quebrada em algum ponto, ela não seria eterna. Atente as palavras que Jesus disse a mulher samaritana: “[...] mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14 – negrito meu). É impossível alguém beber dessa água e voltar a ter cede novamente. Em outras palavras, é impossível nascer verdadeiramente de Deus e cair da fé. A água que os eleitos bebem jorra para a vida eterna. A salvação não se perde, mas se concretiza na vida eterna (“jorra para a vida eterna).
Os que caem da graça nunca estiveram nela, porque da graça não se cai. É uma contradição tal afirmação porque a própria Bíblia nos diz que estamos seguros em Cristo Jesus e que a cédulas que era contra nós foi rasgada, nascemos de Deus , temos sua natureza, morremos para o pecado , se estamos mortos para o pecado significa que não podemos mais voltar para o antigo estado de morte em que nos encontrávamos antes. A figura do morto mostra a incapacidade que se tem de não reagir. Se estiver morto nos delitos e pedados, não tem como escapar dessa situação a não ser pelo poder de Deus que opera em nós . Como disse Paulo: “Ele vos dei vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” (Ef.2:1). Da mesma forma quem está morto para o pecado não tem como voltar ao pecado que fazia separação entre Deus e o homem novamente, “...muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida...” (Rm.5:9-10).

Os eleitos de Deus “jamais perecerão” (v.27)
O que é inadmissível, para não dizer ridículo, é ter a capacidade de afirmar que os verdadeiros crentes perecerão se não permanecerem fiéis. Ora, a nossa salvação não está condicionada a nossa fidelidade, mas a fidelidade de Deus, pois Seu Espírito nos capacita e nos guia rumo a vitória. Não é a fé que vence o mundo? E essa fé não vem de vós, é dom de Deus, não vem das obras para que ninguém se glorie. E ainda é dito nas sagradas Escrituras, que o que está em nós é maior do que o que está no mundo, e o que é maior vence. Ele sim, é quem é fiel e “efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fl.2:13). Permita-me fazer uma ilustração a esse respeito:

Um pastor foi chamado para atender a um membro idoso de sua igreja que estava bastante doente. Quando perguntou a ele como estava se sentido, o homem respondeu: “Sinto-me fraco. De fato, pastor, algumas vezes estou fraco demais para orar. E preocupo-me com isso. Estou com medo – com muito medo – de que um destes dias eu esteja tão fraco que abandone a Cristo e me perca”. O pastor, então, citou as palavras de Jesus registradas em (João 10:28) e disse: “O que nos mantém seguros até o fim não é a força de nossa mão segurando a dele, mas a mão de Cristo segurando a nossa. Louvado seja Deus, pois ele nunca nos abandonará (HOEKEMA, 2002: 225).

Por que eles “jamais perecerão”? Porque ninguém pode arrancá-los da mão do Pai, Cristo e o Pai são um. Quem está nessa mão está duplamente seguro: o Pai e o Filho. Ninguém pode nos arrebatar porque o Pai é maior do que tudo. Negar essas verdades é tão perigoso quanto afirmar que Jesus Cristo já voltou, ou não virá. Ou agir como os gnósticos afirmando que Jesus Cristo não veio em carne. Possa ser que ainda alguém diga: “Mesmo nessas condições se houver pecado o crente pode perder a salvação”. Se alguém pensar porque fomos justificados e salvos não pecamos mais, está completamente enganado a respeito das Escrituras. Pois o apóstolo João diz: “Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1). O apóstolo Paulo declara estar convencido de que nada pode nos afastar do amor de Deus que está em Cristo Jesus o Senhor:

Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quais quer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separará do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rm.8:37-39).


Será que pode existir alguma coisa ainda que o apóstolo Paulo possa ter esquecido? Não. Ele diz:

Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm.8:33- 36).

Não existe nada que o eleito possa cometer que o separe do amor de Deus. Isso não é incentivo ao pecado. Ao contrário, essa doutrina encoraja e dá ânimo ao crente a perseverar na doutrina, e a buscar a santificação com maior empenho.

2. (Rm.11:29) – “[...] pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis”.

Significa que a graça de Deus derramada sobre o eleito é sem arrependimento: “Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa”. Isso significa que todos os que foram justificados pela fé, Deus nunca mais retirará dele a sua vocação: “Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus” (Fl.1:6). É verdade? Sim. Se Ele está dizendo que vai concluir a obra que começou em nossas vidas, não podemos, portanto, negar tão claras afirmações. Em (2Tss.3:3) é declarada a fidelidade do Senhor: “Mas o Senhor é fiel; ele os fortalecerá e os guardará do Maligno”. “Ao serem positivamente fortalecidos na fé, no amor, em toda boa obra e palavra (1Ts.3:2, 12, 13; 2Ts.2:17), os crentes serão guardados contra o pecado de render-se a Satanás” (HENDRIKSEN, 1998: 290). “[...] porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (2Tm.1:12). Você pode dizer como o apóstolo Paulo, de coração?: “Eu sei em quem tenho crido”?. É preciso, portanto, crescer no conhecimento de Deus, ninguém pode ter confiança em quem não conhece. Jesus diz que devemos ser como crianças. Como criança no sentido de ser dependente de Deus, isso também acontece quando buscamos conhecer a Deus com entendimento. Porque não adianta procurar Deus sem entendimento. O apóstolo Paulo continua afirmando na mesma Epistola que Deus está conosco e nos livrará da obra do maligno:

Mas o Senhor permaneceu ao meu lado e me deu forças, para que por mim a mensagem fosse plenamente proclamada e todos os gentios a ouvissem. E eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará de toda obra maligna e me levará a salvo para o seu Reino celestial (2Tm.4:17-18).
Nessa confiança devemos glorificar a Deus: “A ele seja a glória para todo o sempre. Amém” (2Tm.4:18b). Nossa perseverança e fidelidade não dependem de nós, mas, de Deus que nos levará a salvo para o Seu Reino Celeste.

3. (1Co.1:4-9) – “Sempre dou graças a meu Deus por vocês, por causa da graça que lhes foi dada por ele em Cristo Jesus. Pois nele vocês foram enriquecidos em tudo, isto é, em toda palavra e em todo conhecimento, porque o testemunho de Cristo foi confirmado entre vocês, de modo que não lhes falta nenhum dom espiritual, enquanto vocês esperam que o nosso Senhor Jesus Cristo seja revelado. Ele os manterá firmes até o fim, de modo que vocês serão irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, o qual os chamou à comunhão com seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (negrito e itálico meu).
O apóstolo Paulo agradece a Deus pela graça que foi dada aos crentes de Corinto. A honra é exclusiva a Deus, porque não depende de quem quer ou de quem corre, mas de Deus exercer soberanamente a Sua graça de acordo com o livre conselho da Sua vontade.
Essa graça é confirmada na vida dos santos, através do crescimento no conhecimento de Deus; o crescimento e perseverança são garantidos para os que estão em Cristo Jesus, os quais não podem cair da graça, nem total, nem parcial. Em seguida o apóstolo confirma tal segurança para os que estão verdadeiramente em Cristo Jesus.
O versículo 8 de primeiro Corítios Capítulo 1 diz que Ele confirma até o fim a nossa vocação. Essa confirmação significa, em última análise, que iremos através da operação miraculosa do Espírito Santo, crescer em santidade de vida, para sermos irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo.
A graça de Deus foi dada aos crentes os quais foram enriquecidos em toda palavra e em todo conhecimento, de sorte que não lhes faltavam nenhum dom. Todas essas dádivas serão confirmadas até o fim, não pelo poder com que seguramos em Sua mão, mas, pelo poder com que Ele segura a nossa: “Fiel é Deus” (v.9).
Fomos chamados para a comunhão de Seu Filho; fazemos parte do Corpo de Jesus Cristo e não podemos, por esse motivo, escorregar entre os Seus dedos. Portanto, essa doutrina nos dá segurança. E nos regozijamos no Senhor que nos comprou por alto preço, pertencemos a Ele, podemos, portanto, dizer como Paulo: “Já não vivo eu, mas, Cristo vive em mim”.
Fomos salvos para as boas obras, as quais estavam preparadas de antemão. Porém, o conhecimento bíblico da doutrina, “perseverança dos santos na fé” não nos conduz a negligência, nem a mornidão espiritual. Principalmente porque as boas obras foram preparadas na eternidade para que andássemos nela. Por isso a fé dos eleitos é dinâmica, vence o mundo.

Rejeição a doutrina da perseverança
Contra a doutrina da “Perseverança dos Santos” são apresentados alguns versículos com o objetivo de provar que se o crente em Cristo não perseverar, cairá da graça. Ou seja, perderá a salvação. Na verdade, os versículos apresentados pelos arminianos não abalam essa doutrina: (Pv.29:1; Hb.10:29; 1Tm.4:16; 2Co.11:3, 4; Gl.1:8; Mt.23:37; Is.50:2; 2Pe.2:1; 2Pe.2:21; Ap.2:5, 16; 3:3, 19; 2Tm. 2:10 e etc.). Esses versículos exortam os crentes a perseverarem, é uma forma de linguagem que não se contradiz com os textos que afirmam a perseverança dos santos. Toda a Bíblia está cheia dessas advertências:

Mas estas advertência consideram a questão toda a partir do lado do homem e têm grave significado. Elas incitam os crentes ao exame de si mesmos e servem de instrumento para mantê-los no caminho da perseverança. Não provam que aqueles a quem se dirigem irão apostatar da fé, mas simplesmente que o uso dos meios é necessário para impedi-los de cometer este pecado (BERKHOF, 2001: 504).

Só quem perseverará até o fim são os eleitos, aqueles que foram justificados pela fé em Cristo Jesus. Não existe nenhum problema com esse versículo, por exemplo: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Ele não está dizendo que o salvo pode cair da graça, nem que exista a possibilidade dele não perseverar. Vejamos esse outro versículo usado com freqüência pelos arminianos: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” (Ap.3:20). Com toda certeza, como vimos, só os eleitos responderão eficazmente ao chamado do Espírito Santo. Aqui não diz que todos irão ouvir, e só os que quiserem irão responder. Não é isso que o texto diz. A Bíblia deixa bem claro ao afirmar: “aqueles que vêm a mim de maneira nenhuma eu os lançarei fora”. Também, declara, só os que vêm a Ele são aqueles que são trazidos pelo Pai. E acrescenta: “...e eu lhes dou a vida eterna”. A vontade do Pai é que nenhum se perca dos que Ele deu ao Filho. Permita-me fazer uma advertência citando D. James Kennedy:

Se uma pessoa não entende no que consiste a graça de Deus, também não poderá entender no que consiste a perseverança na graça. Se não sabem o que é um santo, dificilmente compreenderão o que está envolvido na perseverança dos santos. Aqueles que não são crentes supõem que a vida eterna é algo adquirido pelo esforço do indivíduo em levar uma vida recomendável. Tais pessoas não têm a vida eterna (2005: 135).

As advertências dos versículos citados não são feitas porque os crentes têm a capacidade de responder positivamente por conta própria, livrando-se da apostasia. Essas verdades são imputadas no coração dos verdadeiros crentes, pelo Espírito Santo, para que eles se fortaleçam e cresçam em santificação.
Amém! Que o Deus de paz nos santifique até o dia final.
Às 19:35 em 25 julho 2009, Carlos R. Cavalcanti disse...
A paz do Senhor, Heriton. Vamos continuar nosso debate ou não?
Às 21:15 em 24 julho 2009, Carlos R. Cavalcanti disse...
salvação não é uma coisa assim tão fácil de se perder como o irmão citou que ouviu na rádio mas a questão é que a salvação foi banalizada, as pessoas acham que porque estão fazendo parte de uma instituição estão salvas, porém é preciso nascer novamente e não se nasce novamente todo dia. Sabe-se também que podemos rejeitar ao sacrifício de Cristo, pois a função do diabo é essa, fazer com que nós caiamos até o ponto de não nos levantarmos mais, que é o caso de Hb 6:4-6. Imagine se toda vez que nós pecarmos perdermos a salvação, isso é ridículo, porém existe um ponto que é o de Hb 6:4-6 que o homem não tem mais jeito. A salvação é como Jesus batendo a porta, SE abrirmos ele entra, SE não abrirmos ele não arromba (SE conjução que expressa condição, opção), se alguém abrir esse é nascido de novo, não da emoção que o que mais vemos por ai, mas da água e do espírito.
O irmão concorda?


Resposta:

salvação não é uma coisa assim tão fácil de se perder:

Quer saber por quê?


“...não se nasce novamente todo dia...”:

Se nasce novamente todo mês, todo ano, ou quantas vezes?


“Sabe-se também que podemos rejeitar ao sacrifício de Cristo”

A Bíblia nunca ensinou isso, esse tipo de Evangelho é anátema.


“...a função do diabo é essa, fazer com que nós caiamos até o ponto de não nos levantarmos mais”.

A Bíblia diz o contrário em todos os textos


‘...é o caso de Hb 6:4-6.”

Nunca foi o caso de Hb.6:4-6

“...Imagine se toda vez que nós pecarmos perdermos a salvação”


Qual é o pecado que cometemos para perder a salvação? Qual é esse ponto?



A salvação é como Jesus batendo a porta, SE abrirmos ele entra, SE não abrirmos ele não arromba (SE conjução que expressa condição, opção), se alguém abrir esse é nascido de novo, não da emoção que o que mais vemos por ai, mas da água e do espírito.
O irmão concorda?

Não. Só quem ouvirá o chamado de Cristo são suas ovelhas, e nem todos os que estão na igreja são ovelhas, muitos são bodes.


Se você quiser eu explicarei cada ponto. Pr. Carlos R. Cavalcati
 
 

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