Uniao de Blogueiros Evangelicos

Pb Sidney Moreira

Pastor tem de ter chamada de DEUS ou apenas Curso Teológico?

Certas igrejas só consagram obreiros ao Pastorado com curso Teológico. Isso é correto, à luz da Bíblia? Basta então o obreiro fazer um curso Teológico, nas caríssimas faculdades EVANGÉLICAS e, pronto, já podem ser Pastores de OVELHAS? Onde fica a chamada de DEUS, na vida do homem, para o pastorado???

www.pb.sidney.zip.net

Tags: assembleia, bíblia, chamada, culto, de, deus, eventos, festividade, igreja, levita

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Respostas a este tópico

Em todo o tempo a estratégia do inimigo de nossas almas, muda para tentar nos destruir e destruir a igreja do Senhor. Meu avó pregava a palavra de Deus, e nem leitura tinha, e quantos outros eu conheci e conheço que até hoje, sabem muito mais do que eu sem curso, nenhum.

O que tem de se entender e que no passado a formação pastoral, se dava através do discipulado constante, claro além do chamado do Espirito Santo, veja Paulo foi orientado teologicamente aos pês de Gamalieu. Hoje as coisas ficaram dificeis, pos todos correm muito para sobreviver, e as igrejas cresceram muito, grande é a seara, Cristo esta salvando Juizes, Advogados, Professores etc. Outra luta e contra as seitas e heresias, que nasce normalmente devido a uma péssima interpretação biblica, ou o isolamente de um versiculo.

Assim sendo sabemos que uma igreja madura é aquela que tem seus principios baseados na boa e firme palavra de Deus. Fica claro, que hoje, sem uma formação teologica no minimo básica, o obreiro fica a merce ou do rebanho ou dos epeculadores se tornando presa facil para o inimigo.

Temos que manejar bem a palavra da verdade, como um guerreiro maneja sua espada na batalha.

Em Cristo

Pr, Daniel Marcos

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Precisamos pesar bem as coisas. No meio evangélico pentecostal costuma-se dar pouca atenção à formação teológica tida como elemento desnecessário para o conhecimento da Palavra, mas, por outro lado, fala-se que precisamos saber manejar a Palavra. Então, de algum modo é necessário conhecimento teológico, o que não se aceita é o conhecimento teológico formal, mas apenas aquele conhecimento adquirido pela experiência. Com base na própria história da igreja eu digo que esse conhecimento além de insuficiente causa uma série de problemas para o próprio ministério cristão. Crentes despreparados para o ministério da pregação, discipulado inconsistente, isso quando acontece de as igrejas investirem nesse ministério, pastores incapazes de compreender a situação espiritual e social dos seus membros porque, justamente em decorrência do autodidatismo, sentem dificuldades de dialogar com uma membresia onde o número de pessoas com formação superior cresce vultuosamente. Essas pessoas querem ter sim uma fé poderosa, mas também querem compreender o que crêem. E como terão essa dimensão do crer e do compreender quando o seu próprio pastor revela-se despreparado para explicar os dogmas da sua própria igreja, ou quando sequer conhece a história do seu ministério, não sabendo, inclusive, explicar porque a igreja crê dessa forma? O Discipulado por si mesmo não significa que o crente dentro de pouco tempo poderá manejar a palavra ao ponto de subir num púlpito e pregar ou ainda, de assumir uma igreja. O catecúmeno é um cristão em formação, que deve ser preparado pela igreja para enfrentar os desafios do mundo, e não lançado numa arena da batalha para o qual a única coisa que se evidenciará é seu despreparo. Discipulado é uma coisa e formação teológica é outra completamente diferente. Um padre passa doze anos para chegar à ordenação, tem de se doutorar em Teologia e Filosofia, porque então temos de aceitar esse autodidatismo de uma pessoa chegar por aí dizendo besteiras, inclusive na TV, e depois se escondendo-se sobre sua autoridade pastoral para que ninguém aponte-lhe o dedo e demonstre na sua face sua completa indigência intelectual - e por conseguinte espiritual porque não se preparou para o exercício do ministério para o qual foi chamado. Aí entramos em outro conto de fadas tipicamente pentecostal. Mas Deus prepara. Mas como prepara se aquele que é chamado não quer ser preparado? Não quer passar pelos estágios da formação como qualquer pessoa porque acha que o seu chamado o coloca acima disso? Então vamos fechar os olhos e deixar que pessoas com esse nível preguem, que pastoreiem e destruam a obra do Senhor enxovalhando o Seu Santo nome? Isso jamais pode acontecer. Isso sim é ser criança na fé.
Os exemplos que vou citar a seguir podem ser encontrados na História da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (Rio CPAD, 2005) e eu mesmo postei um artigo sobre esse premente assunto em meu blog www.comunidadewesleyana.blogspot.com no final de 2008 "A Questão da formação Teológica no âmbito Pentecostal. O caso das Assembléias de Deus". E escolhi para meu artigo as AD justamente por ser a maior denominação brasileira e onde esses problemas se revelaram de forma mais impenitente. na 4º CGADB (João Pessoa 1935) foi decidido que a pregação de um sermão deveria ser feita sem esboço (p.103-104), mas, por outro lado, os pastores não sabiam se podiam celebrar casamentos religiosos como outros ministros evangélicos (p.101). N 6º CGADB (S.Paulo 1937), a mesa repreendeu publicamente pastores e obreiros que haviam rebatizado crentes oriundos da Igreja Batista (p.135), mas ao mesmo tempo vetou a posse de aparelhos de rádio pelos membros embora, contraditoriamente, a Igreja pudesse usá-los para a evangelização (p.128-129). A mesma convenção desaprovou ainda uma proposta do missionário Algot Svenson da AD mineira, de criar Hospitais Evangélicos, com base em Tiago 5.13-16 e Mateus 16.15-18. (p.124-125). E isso num tempo em que já haviam hospitais evangélicos no país. Toda essa impressionante ignorância somente revelava uma coisa: que o tipo de fé que se praticava nesse tempo estava na verdade muito mais próxima do curandeirismo (isto é, curandeirismo evangélico no qual se usava a própria Bíblia para invocar tal sandice) do que da verdadeira e sã doutrina. Mas há mais: Na 4º Semana Bíblica (Rio 1943), um obreiro chamado Ormídio Siqueira (na verdade um pastor) ainda perguntava se era lícito a um crente das AD casar com alguém de outra denominação. (p.197). Na 20º CGADB (Fortaleza 1968), surgiram discussões sobre obreiros que estavam questionando a Doutrina da Trindade inclusive dentro da própria CGADB (P.391-392). Isso é o que se discutia antes da adoção do ensino teológico de fato no meio assembleiano, e poderia citar outros exemplos. O despreparo dos obreiros foi causa não só da irrupção de heresias mas até mesmo criou dificuldades no exercício de atribuições simples de um pastor como celebrar um casamento ou até mesmo casar. O caso da 20º CGADB de 1968 é para mim o mais exemplificativo. Nós abaixo assinados, pedimos a esta magna Convenção dar uma definição sobre a Doutrina da Trindade, visto que no estado de S.Paulo há muitos crentes combatendo esta doutrina, inclusive um funcionário da Casa Publicadora. Obs.: alguns obreiros de algumas assembléias de Deus são contra a Doutrina da Trindade, (p.391) como isso podia acontecer mediante pessoas que receberam o chamado de Deus, que forma por Ele delegados para o santo ministério e de repente estavam ensinando doutrinas heréticas, decerto institgados porque a palavra Trindade não está na Bíblia? Por essa razão o ministério assembleiano tem hoje investido na formação teológica reconhecido o malfécio desse costume do autodidatismo evangélico, como diz o pastor Walter Brunelli (AD Bereana) A assembléia de Deus no Brasil é, sem dúvida, a maior denominação evangélica. Mas, como todo crescimento tem um preço a pagar, a nossa igreja sofreu algumas conseqüências desse crescimento, por não ter dado ênfase a um aspecto de fundamental importância. Sofremos hoje problemas de infra-estrutura, por não ter havido no passado uma preocupação maior com a educação teológica. A ênfase demasiada na obra do Espírito Santo talvez tenha originado o conceito de que era desnecessária qualquer preocupação nesse sentido. Eu creio que nós caímos num tipo de pietismo – não que eu seja contra um espírito pietista – num pietismo que levava as pessoas a dizerem coisas exageradas e a quererem que o Espírito Santo as endossassem. Deveria haver um equilíbrio, e só mesmo um conhecimento aprofundado da Palavra de Deus poderia levar os nossos obreiros a esse estado de equilíbrio (p.480).
Também não podemos nos escusar usando Pedro e Paulo como exemplos. No caso de Paulo, ele realmente foi ensinado por Gamaliel na Lei. Mas então, como ele conciliou seu tempo em aprender a Lei (que segundo a tradição rabínica deveria ser estudada de noite e de dia) com suas leituras gregas? Onde ele conheceu Epimênides que ele cita em Tito 1.12? Esse tipo de literatura não se aprende na tradição rabínica. Além disso, o sistema educacional da antiguidade clássica, quer o da Academia platônica, quer o do Liceu aristotélico, é tão completamente diferenciado do nosso, que culturalmente e educacionalmente não pode ser usado como comparativo ou referência. É óbvio que a igreja tem seus princípios alicerçados na Palavra, não se discute isso e isso também não é o que está em discussão na formação teológica. O que se discute é como a igreja pode permitir que pessoas sem preparo para o ministério da pregação, do aconselhamento e do ensino psosam estar fazendo todas essas coisas e com sua falta de preparo prejudicando tantas vidas e ainda se ache isso a coisa mais natural do mundo.
Fique na paz do Senhor e ótima semana.

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Tem de ter ambas as coisas. Tem de ter o chamado (porque essa é condição essencial para o ministério) e tem de ter curso teológico sim, para lhe dar embasamento na pregação da Palavra, para compreender o mundo em que vivemos e saber de que modo levar a Palavra para alcançar os não salvos. Desculpa por perguntar, mas por qual razão o irmão diz que as faculdades EVANGÉLICAS são caríssimas? Hoje com o PROUNI qualquer seminarista pode ingressar num curso teológico reconhecido pelo MEC sem pagar nada e poder fazer uma boa formação teológica e assim poder trabalhar da forma mais dinâmica e eficiente na obra de Deus. Além disso, não é a faculdade que forma o pastor, este é consagrado pelo Concílio ou Convenção do respectivo ministério. Isso pode acontecer imediatamente, dependendo das condiçõs que se apresentem, ou pode levar anos.
Na verdade o grande motivo para a proliferação de pastores é justamente o fato de que a grande maioria das igrejas consagram para o pastorado qualquer pessoa sem a manor preparação, lançam ele na obra e ele ou afunda uma igreja smeando discórdias e heresias ou abre outra placa de templo como temos visto acontecer. Acho que devemos abrir os olhos e parar com essa tendência que só existe no meio evangélico-pentecostal de consagrar para o pastorado qualquer indivíduo sem se preocupar com sua formação. isso foi muito comum no passado e podia-se atér justificar pelo fato de mais da metade da população brasileira não saber ler nem escrever, mas hoje com um número cada vez maior de pessoas com nível superior freqüentando as igrejas, a contradição é flagrante. Como um pastor vai orientar seu rebanho se pelo desnível educaional não consegue entendê-los porque um abismo separa sua visão de mundo da deles? O Seminário não representa o chamado, mas prepara sem dúvida aquele que efetivamente recebe o chamado de Deus para o pastorado.

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Esse assuntro trata dos dons ministeriais onde uns são dados a apostolos, outros profetas, outros evangelistas, outros pastores e mestres com isso vemos que o assunto não se resume ao dom de pastorear, que por sinal não é um cargo e sim um dom, veja também que na escala ele é o ultimo dom e não o primeiro, mas esse assunto se refere a edificação do povo de Deus como corpo. O Exemplo do que foi dito é Pedro que era presbítero (ansião ou bispo) e tinha o dom de pastorear e não um cargo de Pastor, portanto para ter o dom de pastorear é preciso ter sido dado por Jesus. Agora vem um pensamento pagão que foi incorporado no cristianismo, o Pastor tem que ser o mais sábio portanto tem que se preparar para tal função, parece até a Igreja romana, esse pensamento é equivocado pois todos temos que ser preparados não é um homem especial que vai se preparar, pois Jesus ensinou que todos somos iguais, a edificação é mutua não de um homem para todos os homens. Se você analisar o novo testamento os Bispos eram pessoas mais velhas com mais experiência que podiam ensinar, dar conselhos pois já tinham vivido muita coisa na vida mas eles prórios eram edificados pelos mais novos, não existe separação entre o clero e os leigos. Portanto se alguem recebeu o dom de pastorear ou o dom de profetizar ou de evangelizar já foi capacitado por Deus no mais todos temos que buscar vejamos o que Deus fala em Hebreus capitulo 8

11 E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior.

Ele diz isso quando fala da nova alinça que foi estabelecida por Jesus, não necessitamos mais de sacerdotes que desde pequenos iam para o templo aprender e um dia poder ensianr ao povo, mas todos nós fomos feitos sacerdótes. E é por esse pensamento veterotestamentário que existem tantas denominações

Fiquem com Jesus

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A. W. Tozer. Não passor por seminário, mas estudava muito. D. Martyn Lloyd-Jones também não fez teologia, mas foi o maior teólogo de sua época. Você já leu algum livro de Lloyd-Jones?

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"Continuarei afirmando que, o maior problema da maioria das igrejas de nosso tempo presente, é o grande número de pastores acadêmicos, pastores teólogos, pastores intelectualizados firmados em seus conhecimentos seculares..." (James, 2009).

Resposta:

O maior problema de nossas igrejas é de pessoas assim como você. Seu conhecimento é superficial de mais, como pode ensinar outras pessoas de uma forma ortodoxa. Se o acadêmico cria heresias, imagine o leigo. Tanto o acadêmico quanto o leigo podem não ter responsabilidade com a palavra de Deus. Tozer e Loluyd-Jones não tinham curso de teologia, mas foram os melhores teólogos que você possa imaginar, pessoas que estudavam muito, tinham responsabilidade com a palavra de Deus. Ambos da Igreja Reformada.

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Quando afirmo que, o maior problema da maioria das igrejas são homens firmados em seus conhecimentos seculares e não em entendimento ao Senhor e há a falta de Pastores Espirituais que defendam a fé em Cristo, que proclamem Jesus como nosso Único e Suficiente e Amado Salvador, e que que nos tragam sermões que nos levem a santificação, que nos tragam reflexão em arrependimento e nos remeta a uma vida casta e de real temor ao Senhor...

Resposta:
Você vive no mundo da lua? Tem muitos pastores assim como Tozer. E muitas igrejas sérias. Todavia, a maioria das igrejas que se afastaram das doutrinas Bíblicas que são arminianas, não leva os membros a um crescimento espiritual verdadeiro. A espiritualidade dessas pessoas é superficial. Procure uma igreja séria que tenha palavra. Pois, sem o conhecimento da palavra de Deus o homem não irá crescer espiritualmente. Eu sei que têm muitos falsos pastores que estão só interessados nos bens dos irmãos.



... vem um homem como você, cheio de intelectualidade e títulos e diz que sou herege!!!

Resposta:
Qual o problema? Você acha interessante e correto uma casa está pegando fogo e alguém dentro dormindo e eu não acordá-lo? Bater na porta até que ele se acorde, ou deveria deixá-lo morrer? Se eu estou dizendo que você está ensinando heresia, o que você deveria fazer é se auto-analisar e depois me agradecer por ter batido na sua porta para que você se acorde, porque sua casa está pegando fogo. Eu tenho autoridade da por Deus para dizer o que estou dizendo. E eu disse com muito amor, porque tenho me preocupado com você.



Não se esqueça do que eu já disse em outros fóruns, que, todas as suas intervenções a tudo quanto tenho sustentado, sempre são subsídios para fortalecerem tudo o quanto eu sempre afirmo!!!!

Resposta:
Eu sei que você e muitas outras pessoas estão aprendendo muito comigo. Se existe alguém que pode mudar alguma coisa é o Espírito Santo de Deus que aplica estas verdades em vossos corações. Porque Jesus salva a quem quer. Ou não é verdade? Vejamos: JESUS SALVA AQUELES A QUEM QUER

"Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo.5:21).


O texto é bastante claro. Jesus dá vida a quem Ele quer, ou seja, Ele salva quem quer. A salvação é uma obra exclusiva de Deus. A opinião de F.F. Bruce é a mesma, de que Cristo da vida a quem quer: "Ele não está somente prometendo a vida eterna aos que crêem nele (veja 3:5, 16, 36); ele exerce a prerrogativa divina de conceder esta vida. Como ele o faz veremos em breve. Mas antes, ele ainda alega ter uma autoridade paralela a esta de dar vida a quem ele quer" (Comentário de João, 2004:120).
J. C. Ryle é mais objetivo. Vejamos o seu comentário a esse respeito: “Logo a seguir, Jesus declarou o seu divino poder em conceder vida. Ele disse: “O Filho vivifica aqueles a quem quer”. A vida é a maior e mais sublime dádiva que pode ser outorgada , sendo ela mesma aquilo que o homem, com toda a sua habilidade, não pode conceder com suas próprias mãos, nem restaurar quando tirada. Mas, conforme lemos, a vida está nas mãos do Senhor Jesus, que a outorga de acordo com seu critério. Tanto os cadáveres quanto as almas espiritualmente mortas estão sob seu domínio. Ele tem as chaves da morte e do inferno (Ap.1:18); nEle está a vida – Ele é a vida (Jo.1:4)” (Comentário de João, 2000:60).


Todos os grandes comentaristas têm a mesma opinião, justamente porque o texto não deixa dúvidas. Quem adultera a palavra de Deus está caindo em grave perigo:

“...e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. Vós, pois amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pe.3:15-18).


Werner de Boor:

““...a quem quer” não pode, nesse contexto todo, ter ainda conotação de arbitrariedade do Filho. Contudo salienta que esses “mortos” não devem sua nova vida de forma alguma a si mesmos e a seu mérito pessoal, mas a recebem unicamente pala ação da livre graça e vontade de Jesus. Não “os que merecem” ou os que são dignos”, são os que Jesus vivifica, mas os que “ele quer”, ainda que seja uma decaída mulher samaritana. Com essa afirmação também está suspensa qualquer prerrogativa da “vida” que o judeu considerava assegurada em sua filiação Abraânica e em sua circuncisão. Cada ser humano, também o israelita, para ser vivificado, é remetido exclusivamente ao “querer” de Jesus” (Comentário João, 2002:134).

Alguém que afirme ter sido regenerado pode acreditar que decidiu pela sua salvação? Que recebeu vida do Filho de Deus pelo seu livre-arbítrio? Você acredita que Cristo provou Seu amor para com os que se perderão? Os que irão se perder irão porque decidiram rejeitar a graça de Deus? É verdade que o homem decide se quer vir a Cristo ou é Cristo que decide se quer salvá-lo ou não? Quando a vida que há em Cristo não é imputada no pecador ele não tem desejo nenhum para ir a Cristo. Por isso Jesus diz: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (Jo. 5:39-40). Eles só poderiam ir a Cristo se o Pai tivesse confirmado com o Seu selo: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo” (Jo.6:27). Só os que receberam o selo de Deus. Por isso Jesus disse que era o pão da vida e quem vinha a Ele jamais teria fome e quem cresse nEle jamais teria sede, portanto, os que irão a Ele são apenas aqueles que o Pai lhE deu: “Todo aquele que o a pai me dá, esse vira a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo.6:37). Portanto, o cristão consciente, sério, que tem responsabilidade com a Palavra de Deus entenderá com bastante facilidade que Cristo morreu não por cada pessoa no mundo, mas apenas por aqueles que o Pai deu a Ele. “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade daquele que me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:38-39). Se Jesus veio fazer a vontade do Pai e a vontade dEle é que nenhum Jesus perca de todos os que foram dados a Ele. Será que os que irão para o inferno irão porque houve negligência de Jesus em salvar aos réprobos? Não. Serão salvos aqueles que estavam destinados a vida (cf. At. 13:48).


Parabéns!!! Mais uma vez, você contribuiu para minhas asserções!!!

Você pode achar que está subindo, mas pode ser em sentido negativo. Uma descida. Em quanto você não for humilhado, não será exaltado.

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Meu amigo, quem tem o chamdo de Deus para ser pastor vai ser pastor com teologia ou sem teologia, Deus é soberano: "Quem há, como eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? QUe o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! (Is.44:7).

1) Agora, tem muita gente que faz teologia e vai ser pastor sem ter o chamado para ser pastor.
2) Tem muita gente também querendo ser pastor dizendo que tem o chamado de Deus e não têm.
3) Muitos também tem o chamado para ser pastor e são relaxados com o estudo da Palavra de Deus e comessa a ensinar heresias.
3) Se o sujeito tem o chamado para ser pastor e estuda pra isso ele terá responsabilidade com o ensino da palavra de Deus.

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Eu só defendo que os pastores sejam preparados para o ministério.

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Eu também.

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Quatro motivos para se priorizar a formação teológica do pastorado.
1) a Bíblia foi escrita em Hebraico e Grego, duas línguas que já em sua época estavam passando por uma constante mutação lingüística. Prova disso é o fato de que o Hebraico dos manuscritos do Mar Morto (século III a.C) é bem diferente do hebraico do Texto Massorético (século IX a XI d.C). O texto bíblico precisa ser comrpeendido pelo conhecimento dos termos originais para que a pregação ganhe com qualidade e para que o sentido da mensagem se dimensione plenamente. Esse é o tipo de conhecimento que requer estudos abrangentes das línguas originais, não é algo que vai cair do céu e nem que se nasce sabendo. Temos tão poucos exegetas especializados nas línguas bíblicas originais que não fico surpreso com a baixa qualidade tanto da pregação, não obstante hoje podermos contar com bons manuais do gênero. Como disse Lutero, o pregador deve conhecer obrigatoriamente as línguas originais.
2) A sociedade moderna está em constante mudança. Saimos de uma civilização industrial para uma sociedade em que a tecnologia se impõe como fundamento universal das novas relações econômicas. Vivemos num mundo em que a ditadura do mercado impõe carreiras que maioria das pessoas só aceitam porque são ditadas pelas exigências do "deus" mercado, que impõe aos homens a aceitação de um estilo de vida que não traz alegria e satisfação, cria angústia, gera solidão e desespero. O conhecimento prático dos ministros das igrejas pentecostais, em sua maioria, é ainda o conhecimento teológico moldado dentro de uma sociedade agrária, isto é, de uma sociedade que ainda nem passou pela industrialização e que de repente foi atirada a ela, quantdo também essa sociedade já se desintegrava, sem ter tido tempo de se adaptarem. São, portanto, duplamente atrasados no que se referem ao homem moderno, porque sua formação educacional ainda está fronteira a uma sociedade agrária, e também não conseguem entender a realidade do mundo moderno, o que também explica a baixa qualidade de suas pregações e o impacto pouco expressivo desse tipo de mensagem na vida das suas ovelhas, além de justificar posturas retrógradas e uma superstição grosseira que grassa na mairoia das igrejas.. Em decorrência disso, conhecimentos em Sociologia e Antropologia são necessários.
3) O mundo moderno foi formado com base no pensamento grego. As idéias que degeneraram no Iluminismo são oriundas do mundo grego que também influenciou tanto as ciências humanas quanto as exatas. O ponto de convergência desse pensamento, onde todas as ciências se confluem e de onde todas as ciências partem, é a filosofia. A filosofia é uma área de interesse fundamental da Teologia, não que seja dependente dela, mas porque o pensamento teológico se estrutura como sistema, exatamente como a Filosofia e em constante diálogo com esta. Todos os sistemas de pensamento se estruturaram a partir de uma reflexão teológica, sem ficarem na dependência dela, exceto nos casos que degeneraram naquele movimento que a História da Teologia descreve como Teologia Liberal dos séculos XVIII e XIX. Contudo, ainda assim a Filosofia é importante dado o caráter em que se estruturou o pensamento moderno, inteiramente moldado em bases filosóficas gregas.
4) O mundo moderno é um modo que psicológicamente está doente. As pessoas oscilam da neurose à psicopatia principalmente nas cidades grandes. Muitas das "possessões" que se encontram nas igrejas na verdade são decorrentes da pior histeria. Conhecimento de Psicologia (ou Psiquiatria) torna-se fundamental em nossa realidade.
Em suma, seria bom que o pastor tivesse pelo menos duas formações, em teologia e mais um curso secular, preferencialmente na área de humanas, já que ele irá fundamentalmente trabalhar com pessoas.

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Certas igrejas só consagram obreiros ao Pastorado com curso Teológico. Isso é correto, à luz da Bíblia? Basta então o obreiro fazer um curso Teológico, nas caríssimas faculdades EVANGÉLICAS e, pronto, já podem ser Pastores de OVELHAS? Onde fica a chamada de DEUS, na vida do homem, para o pastorado???

Nessa altura o pescador Pedro, o doutor Lucas e demais apóstolos estariam no banco de tais igrejas por não terem feito teologia, inclusive Paulo por ter estudado legalismo.

A Igreja do Primeiro Século em ação, os milagres acontecem!


Restaurando a Igreja do Primeiro Século, nosso referencial!


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