Uniao de Blogueiros Evangelicos

Malaquias diz que quem não entrega o DÍZIMO rouba a Deus. Em Apocalípse, João afirma que os ladrões ficarão de fora. Afinal, quem não devolve o dízimo na Casa do Tesouro, segundo a bíblia, será salvo ou condenado?
O tema exige uma análise mais profunda que qualquer "achismo". Não se trata de um assunto simples e fácil de ser discutido, já que, não podemos admitir aquela argumentação de sempre, que indica na direção de uma condenação para o não dizimista. Também, por outro lado não podemos aceitar a idéia de que, o dizimista já está com o ingresso garantido no Céu.
Um dizimista fiel, porém invejoso, falso, adúltero e mentiroso, segundo a bíblia, tem garantia de salvação só por devolver o dízimo? Ora, claro que não.Por outro, aquele não é dizimista fiel, no entanto, tem bom coração, não é invejoso, não é adúltero e nem metiroso, pode se dizer salvo? O que pensam os colegas a respeito?

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Respostas a este tópico

Uma coisa sei que a avareza é idolatria, e nenhum idólatra entrará no Reino de Deus, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todas espécies de males,lembrando que ladrão não é quem ja roubou e se arrependeu, más,aquele que persisti no erro de roubar, porém , seremos salvos pela graça , por meio da fé,e isso é fé com qualidade segunto Tiago em sua epístola-fé sem obras(obediencia) é morta(ou inoperante)-não salva ninguem Veja Tb Heb 3, 6, 10.A questão que Tiago falou não é focalizada em obras , sim na qualidade da fé.Não é só dizer Senhor, Senhor,más, fazer a vontade dEle.O dízimo não é da Lei, é da graça-Veja Heb 7.dizimar é fazer aliança com Deus, dai a Cézar o que é de Cézar e a Deus o que é de Deus.Nos tempos apóstolicos não era o dizimo era tudo que eles davam.O dízimo é a maior prova de lealdade ao Senhor na área de fidelidade.Quem administra o que é sagrado é que prestará contas.Não sou eu que digo é o Senhor:que o boi que debulha deve não ser amordaçada a sua boca, e assim diz o apóstolo Paulo :digno é o obreiro do seu salário.assim ordenou o Senhor :quem prega o evangelho que viva do evangelho,seria muito pedir-vos as coisas materiais se ministramos as espirituais 1 Co 9.?

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Amado James, Reflita:
Vc disse:Uma coisa me deixa perplexo: Condicionar a entrega destes dízimos (uns míseros "trocados" em forma de 10%) como fidelidade a Deus, sendo que, Jesus Cristo foi fiel até a morte, e morte de cruz!!!

Foi esses "míseros trocados" q prova a fidelidade no tocante ao amor as coisas materiais.

Vc disse:....pois, Hebreus 7 não traz este ensinamento, mas nos ensina quanto ao sublime e perfeito sacerdócio de Jesus Cristo, prova disto, assim diz este mesmo capítulo em Hebreus.

Se ler Hebreus 7 verá ensinamento sobre dízimo com certeza.

No demais 1Co 9 lhe esclarece.

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A paz em Cristo Jesus.

Senhor, como ha defensores ferrenhos dos dizimos.

Por que não ensinar a igreja somente " o que propus no meu coração ".

Esta semana estive em um ministério para pregar a Palavra de Deus e o que o pastor da igreja falou sobre os dizimos, doeu o fundo de minha alma. Onde disse: " Quem não trouxer o dizimo está roubando de Deus e ladrão não vai para o céu " ( Ml 3.10 ).

Antes de tudo a oferta é um ato de amor e não de obrigação, Deus não aceita recompens por aquilo que ELE faz. Por onde tenho passado já ajudei muitas pessoas sobre dizimos. Inclusive uma havia vendido sua casa e por imposição do pastor da igreja levou os 10% do valor total para a igreja, e sonegou a parte da ex-esposa. estava com sérios problemas financeiros e todos os propositos que ele fazia o pastor exigia os 10% com ameças de que não seria abençoado. Ensinei a ele o proposito da contribuição. Ele continuou contribuindo dentro de suas posses e com muito amor e não mais por obrigação. Dizimava por medo de perder a salvação. Misericordia.

atenciosamente,

JESUS esta voltando.

Joceli Antonio Schossler
Pr Servo do Deus Vivo

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DÍZIMOS

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Ml 3.10, 11 e 12

O Dízimo foi instituído por Deus aos judeus que viviam sob o domínio da Lei. É certo que o Senhor Jesus reconhecia a autoridade desta Lei, era judeu e nascido sob a Lei ("Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei," Gl 4.4), com a missão de cumpri-la ("Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra." Mt 5.17,18).
Jesus não determinou de forma direta que o dízimo seria uma obrigação aos participantes da Nova Aliança.
a) Na Bíblia vemos que o primeiro a dar o dízimo foi Abraão
"E de tudo lhe deu Abrão o dízimo." Gn 14.20
Abraão ao regressar da vitória sobre os reis inimigos, deu a Melquisedeque, sacerdote de Deus e rei de Salém, o dízimo de tudo que possuía e despojos da vitória.

b) Jacó movido a dar o dízimo:
"...de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo." Gn 28.22

c) O dízimo é instituído pela Lei Mosaica.
"A décima parte das colheitas, tanto dos cereais como das frutas, pertence a Deus, o SENHOR, e será dada a ele." Lv 27.30 e
"Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo." Dt 14.22

Os dízimos deveriam ser postos nas mãos dos Levitas, em posse pelo ministério que eles serviam no tabernáculo do concerto, como recompensa por não terem parte na herança da terra.

O Novo Testamento não faz profundas referências a respeito do tema, mas, movidos pelo Espírito Santo, compreendemos que é bom e agradável ofertarmos a Deus.

Paulo escrevendo às igrejas ensina que deveriam fazer coletas, nas quais os servos dariam segundo a sua prosperidade ("Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for." 1Co 16.1-2). Uma ação de amor, generosidade e alegria ("E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre." 2Co 9.6-9). Não havia uma definição de quantidade (10%), as ofertas eram segundo as posses da cada um. Este é o mesmo entendimento para o dízimo hoje, uma doação à igreja de ofertas agradáveis, que devem ser usadas na manutenção do templo, missões, meios de comunicações, mas, principalmente no auxilio aos irmãos mais carentes, ligados ou não à denominação; afinal, no Reino não há denominações. É inaceitável que as igrejas guardem o dinheiro do Senhor (poupança e aplicações diversas) enquanto há tantos irmãos necessitados de um auxilio financeiro. Usa-se como parâmetro a décima parte, no entanto, não é uma obrigação metódica.
Infelizmente esta questão é uma tema desgastado, geralmente visto pelos não cristãos como um meio de explorar a fé dos mais simples. É lamentável que muitas igrejas realmente agem assim explorando à boa fé de seus membros com promessas de recompensas extraordinárias para aqueles que darem ou pagarem como preferem alguns os seus dízimos.

Paulo escreveu uma carta ao povo de Corinto, na qual diz:
“O homem natural não aceita as cousas do Espírito... pois lhe é loucura; e jamais pode entendê-las.” 1Co 2.14

Dentro das igrejas há muitos que por diversos motivos não aceitam a idéia de reservar uma parte de seus ganhos para o Senhor.
Os questionamentos variam do lógico ao absurdo. Por exemplo:
. Deus não precisa de dinheiro!
. Deus é dono de tudo!
. Não vou encher a barriga de pastor!
. Ganho pouco, e sou pobre!
. Não sobra para o dízimo!
. Tenho escola, e muitas despesas!
. Isto é para os ricos!
. e diversas outras desculpas.

Era a respeito desses que Paulo escrevia, são homens que ainda não entregaram verdadeiramente suas vidas nas mãos do Senhor, vivem uma vida normal, natural e não conseguem enxergar com os olhos do Espírito a vontade de Deus para a vida de seus escolhidos.

Jesus literalmente afirma: “ Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” Lc 14.33

Esta é a principal condição exigida aos servos, a renúncia. Deixar todas as coisas para trás, princípios, pensamentos, pontos de vistas, conhecimentos, sabedoria.
Ser apenas vasos abertos e prontos para serem cheios. Quando isto acontece, os questionamentos deixam de existir, pois o que importa verdadeiramente é obedecer, fazer a vontade do Pai.

Em relação aos Dízimos, esta deve ser a posição do Servo, entregar o que é devido, deixando em segundo plano a preocupação com o destino que será dado a este dinheiro.

Dar Voluntariamente
"...vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao SENHOR." Lv 23.38
O dizimar era uma obrigação de cada israelita, mas, o desejo de ofertar deveria nascer no interior do coração, marcado por gratidão e alegria, uma ação voluntária, através da qual o Eterno era adorado.

Vida Santa, uma condição
"Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta." Mt 5.23,24
A Santidade é uma condição especial, ela gera comunhão e intimidade com o Pai. Antes de trazermos as nossas ofertas ao Senhor, é necessário fazermos um "balanço" e confessarmos pecados e acertarmos todas situações que destoam da vontade de Deus.

Uma Gratidão.
"Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo; invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás." Sl 50.14,15
Ação de dizimar/ofertar é uma demonstração que reconhecemos a soberania de Deus e o cuidado que Ele tem para conosco, abençoando-nos no cotidiano em todos os aspectos de nossa existência.

OS FIÉIS SERÃO ABENÇOADOS!

A) Para que haja mantimento.
Quando há fidelidade nos dízimos, jamais faltará na casa do Senhor meios para que a obra prossiga e muitos sejam alcançados pela palavra. Restaurados e alimentados. É dever ainda da igreja estender as mãos aos necessitados do reino, estes o Senhor diz que sempre hão de haver.

B) Derramarei Bênçãos sem Medidas.
A nossa visão inicial de tudo deve ser espiritual, esta é a visão que verdadeiramente nos interessa. Neste caso, as bênçãos as quais o Senhor refere-se provavelmente não são riquezas materiais, como muitos tem prometido; sim, o crescimento espiritual. Lembre-se:
"Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo." Lc 14.33

C) Vossa vide não será estéril.
Existe a benção de prosperidade prometida aos fieis. Deve-se esperá-la, jamais buscá-la. Pois há tempo para todas as coisas, e o Senhor conhece as necessidades de cada um. A preocupação deve estar em conservar uma vida santa, reta e justa diante de Deus.

D) As Nações vos chamarão de felizes.
Como é bom encontrar um servo fiel, sempre feliz, um rosto formoso que resplandece a paz de Cristo, mesmo em meio às muitas lutas e dificuldades. São estes os fieis do Senhor, que triunfam e voam como águias (Is 40.31) acima de todas as dificuldades.

Termino dizendo...
Não dou dizimo para ser salvo.
Sou salvo por isso dou dizimo.

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Saudações em Cristo
Tá dificil né irmão james.
Vamos fazer uma colocação:
A Bíblia nos diz que a mulher deve se vestir com modéstia, simplicidade e pudor. Lhes pergunto?
O que é modestia, simplicidade e pudor?
A Bíblia tambem nos diz que o cabelo da mulher deve ser crescido? Qual o tamanho?
Há quem me diz que a vestimenta da mulher é a saia. Tem até centimetros abaixo do joelho ja predisposto. Coitadas. E nos outros lugares como é que fica. Cabelos, cortar as pontas nem pensar. E muitos afirmam que isto é doutrina. Coitadas destas mulheres.
Se olharmos direito, podemos com a Palavra transformar, mudar e destruir vidas.
Vamos concordar com o dizimo de mal 3.10, nas igrejas, mas se for cumprido na integra o destino do dinheiro. Eu pelo menos não conheço nenhuma igreja que aplica nas verdadeira necessidades ou seja, mantimento, viuvas orfaos e sustento dos LEVI. Há sacerdotes da tribo de Levi por aqui. etc, etc, etc.
Na exegese para todo texto tem de haver um contexto que ampare a veracidade.

Atenciosamente

joceli antonio schossler
Pr Servo do Deus Vivo

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Só não concordo quando dizem nesta parte "Por isso está escrito que “... o fim da Lei é Cristo” (Romanos 10)."

Mas lembrando que essa lei é a cerimonial. (A Santa Lei de Deus)

(O que a Igreja Metodista diz sobre a Lei e o Sábado?)

(O que diz a Igreja Congregacional sobre a Lei e o Sábado?)

(O que diz a Igreja Batista diz sobre a Lei e o Sábado?)

(O que a Igreja Católica diz sobre a Lei e o Sábado?)

Recomendo que leiam este artigo que foi escrito para os membros da IASD, muito bom mesmo, gostaria que refletissem nestes assuntos. Obrigado. (Se eu fosse o diabo)

Deixo aqui meu ponto de vista sobre Dízimo (Dízimo - Origem e propósito)

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Irmão Tony, o dízimo dado por Abraão foi espontâneo e apenas uma vez, considere também que Isaque nunca deu dízimo e Jacó foi uma particularidade dele com Deus. Agora vendo na Lei de Moisés vemos que Deus impôs regras como: teria que ser entregue aos levitas, destinado aos orfãos, viúvas, peregrinos e levitas (que davam o dízimo dos dízimos), então só os sacerdótes da tribo de Levi tem ordem para recolher dízimos e como o irmão disse acima não tem nenhum levita aqui. No Novo Testamento Jesus mensiona aos fariseus que eles deveriam dar os dízimos sem esquecer da misericórdia e etc... mas foi aos fariseus que ele disse e não aos seus dicípulos, os fariseus tinham que cumprir a Lei, pois eram Israelitas. Existe uma passagem onde após ter curado um homem Jesus o manda oferecer a oferta que ordenara Moisés, o mesmo caso dos dízimos, pois ninguém vai sair sacrificando rolinhas por ai. E em Hebreus o autor não diz que temos que dar o dízimo pelo contrário, se você ler direitinho vai ver que: Hb 7:9 "E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.". O contexto assemelha o sacerdócio de Cristo com o de Melquisedeque mostrando que da mesma forma que o sacerdócio de Melquisedeque é superior ao Levitico o de Cristo também é, não existe nenhuma passagem no Novo Testamento que dê base a continuidade dos dízimos. Se o irmão me perguntar como então ficam as "igreja"? As "igrejas" que você fala são instituições criadas pelos homens Jesus não mandou ninguém fazer isso, quem mandou foi Constantino, Imperador Romano que nem Cristão era direito. E as ofertas de que fala Paulo? As ofertas tem destino certo e não eram instituições, eram os irmãos pobres e se você perceber quando se fala em oferta é para Jerusalém e Judéia, pois como predice Ágabo numa profecia sobreveio grande fome na Terra e que assolou principalmente Israel por isso as ofertas para lá, para os pobres, então se você que fazer algo para Deus faça aos pobres, principalmente os da Fé (veja no post em www.eritonjunior.blogspot.com)

Graça e Paz

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Imão Eriton, entendo seu ponto de vista e sei que muitos contestam a questão de se devolver o dízimo para o mantimento da Casa de Deus ou o Ministério aplicado por homens aqui na terra. Sei que muitos não aplicam este como deveria ser. Sei que não é atitude de salvação, mas demonstra gratidão para com Nosso Deus. Deus não precisa de nosso dinheiro, mas essa ação demonstra nosso caráter para com Ele. Somos totalmente condicionais, não sabemos aceitar um presente sem dar de volta algo, não sabemos receber o perdão de Deus para conosco, não sabemos aceitar a morte de Cristo pelos nossos pecados, não conseguimos entender este Grandioso Amor de Deus para com a humanidade. O Dízimo é algo que depende unicamente de fidelidade. Não estou falando de dinheiro! Mas, ação, atitude.

O Senhor não precisa de nossas ofertas.
Não O podemos enriquecer com as nossas
dádivas. Diz o salmista: “Tudo vem de Ti, e da
Tua mão To damos.” I Crôn. 29:14. No entanto
Deus nos permite demonstrar nossa apreciação
de Suas misericórdias pelos esforços abnegados
para passá-las a outros. É essa a única maneira
em que nos é possível manifestar nossa gratidão
e amor a Deus. E não proveu outro.

Paulo procurou desarraigar do coração de seus irmãos a planta do egoísmo; pois o caráter não pode ser completo em Cristo quando o amor-próprio e a cobiça são conservados. O amor de Cristo no coração levá-los-ia a ajudar seus irmãos em suas necessidades. Mostrandolhes o sacrifício que Cristo fizera em seu favor, procurou ele despertar-lhes o amor. “Não digo isto como quem manda”, disse ele, “mas para provar, pela diligência dos outros, a sinceridade da vossa caridade; porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós Se fez pobre, para que, pela Sua pobreza, enriquecêsseis.” II Cor. 8:8 e 9.

Eis o poderoso argumento do apóstolo. Não é mandamento de Paulo, mas do Senhor Jesus Cristo. ...
Quão grande foi a dádiva de Deus ao homem, e como Lhe aprouve fazê-la! Com liberalidade que jamais poderá ser excedida, Ele deu, para salvar os rebeldes filhos dos homens e fazer-lhes ver o Seu propósito e discernir o Seu amor. Demonstrareis, pelas vossas dádivas e ofertas, que não considerais coisa alguma boa demais para dar Àquele que “deu o Seu Filho unigênito”? João 3:16.

O espírito de liberalidade é o espírito do Céu. O espírito egoísta é o espírito de Satanás.

Deus não depende do homem para o avanço de Sua causa. Poderia ter feito dos anjos embaixadores
de Sua verdade. Poderia ter tornado Sua vontade conhecida, assim como do Sinai proclamou a
lei com a Sua própria voz. Porém, para cultivar em nós o espírito de beneficência, escolheu empregar os homens para fazerem esse trabalho.

Jamais nos devemos esquecer de que somos colocados sob prova, no mundo, a fim de determinar nossa habilitação para a vida futura. Nenhum daqueles cujo caráter estiver maculado com a nódoa imunda do egoísmo, poderá entrar no Céu. Portanto, Deus nos prova aqui, concedendo-nos posses temporais, para que o uso que disso fizermos possa revelar se nos poderão ser confiadas as riquezas eternas.

O Senhor permite que a homens e mulheres sobrevenham o sofrimento, a calamidade, para nos tirar do nosso egoísmo, para em nós despertar os atributos de Seu caráter: compaixão, ternura e amor.
Faz o amor divino os seus mais tocantes apelos quando nos roga que manifestemos a mesma terna compaixão que Cristo manifestou. Era Ele um homem de dores e experimentado nos trabalhos. Em todas as nossas aflições é Ele afligido. Ama os homens e mulheres como sendo comprados pelo Seu próprio sangue, e nos diz: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei a
vós, que também vós uns aos outros vos ameis.” João 13:34.

O egoísmo é a essência da depravação, e, devido a se terem os seres humanos submetido ao seu poder, o que se vê no mundo é o oposto à fidelidade a Deus. Nações, famílias, e indivíduos estão cheios do desejo de fazer do eu um centro. O homem almeja governar sobre os seus semelhantes. Afastando-se de Deus e de seus semelhantes em seu egoísmo, segue suas irrefreadas inclinações. Age como se o bem dos outros dependesse de se submeterem a sua supremacia. O egoísmo tem causado discórdia na
igreja, enchendo-a de ambição não santificada.

... O egoísmo destrói a semelhança com Cristo, enchendo o homem de amor-próprio. Leva a contínuo afastamento da justiça. Cristo diz: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos Céus.” Mat. 5:48. Mas o amor próprio é cego para com a perfeição que Deus requer. ...

Os que permitem que o espírito de cobiça tome posse de si, acariciam e desenvolvem os traços de caráter que lhes colocarão o nome como idólatras no livro de registro do Céu. Todos esses são classificados com os ladrões, insultadores e extorsionários, nenhum dos quais, declara a Palavra
divina, herdará o reino de Deus. “O ímpio se vangloria do desejo do seu coração, e abençoa
o cobiçoso, a quem o Senhor aborrece.” Os atributos do avarento opõem-se sempre ao exercício
da beneficência cristã. Os frutos do egoísmo sempre se revelam na negligência do dever, e na
falta de uso dos dons que Deus confiou para o avanço de Sua obra.

Ao ser exercido, o espírito de liberalidade cristã fortalecer-se-á e não necessitará ser estimulado de maneira doentia. Todos os que possuem esse espírito, o espírito de Cristo, com jovial alegria farão com que suas dádivas corram para a tesouraria do Senhor. Inspirados pelo amor a Cristo e pelo amor às almas por quem Ele morreu, sentem intenso fervor em desempenhar sua parte com fidelidade.

Todo crente deve ter todo o coração em sua ligação com a igreja. A prosperidade desta deve constituir-lhe o primeiro interesse e a menos que se sinta sob sagradas obrigações de tornar sua ligação com a igreja mais um benefício para ela do que para si mesmo, ela passará muito melhor sem ele. Está ao alcance de todos fazer alguma coisa pela causa de Deus. Pessoas há que gastam grandes quantias para luxos desnecessários; satisfazem os próprios apetites, mas consideram grande carga contribuir com meios para a manutenção da igreja. Estão dispostos a receber todo benefício de seus privilégios, mas preferem
deixar que os outros lhes paguem as contas. Os que na verdade sentem profundo interesse no avanço
como SER FIEL em tudo da causa, não hesitarão em empregar fundos no empreendimento sempre e onde
quer que se faça mister.

Não deve nosso povo esperar por mais apelos, mas lançar-se diretamente ao trabalho, tornando possíveis coisas que pareciam impossíveis. Pergunte cada um a si mesmo: Não me confiou o Senhor recursos para o avanço de Sua causa? ...Sejamos honestos para com o Senhor.
Todas as bênçãos que desfrutamos, dEle provêm; e se Ele nos confiou o talento dos recursos para
que possamos realizar a Sua obra, retê-lo-emos?

Diremos nós: “Não, Senhor; meus filhos não se agradariam disso”, e portanto deveria eu aventurar-
me a desobedecer a Deus, ocultando na terra os Seus talentos? Não deve haver demora. A causa de Deus
exige vossa assistência. Pedimos a vós, como mordomos do Senhor que sois, que ponhais Seus recursos em circulação, para prover os meios pelos quais muitos terão a oportunidade de aprender o que é a verdade. Pode ser que lhes sobrevenha a tentação de investir vosso dinheiro em terras. Talvez vossos
amigos a isso vos aconselhem. Mas não haverá melhor maneira de empregar vossos recursos?
Não fostes comprados por preço? Não vos foi confiado vosso dinheiro a fim de que negociásseis
para Ele? Não podeis ver que Ele quer que useis vossos recursos em ajudar a construir casas de
culto, a estabelecer sanatórios, onde o enfermo receba a cura física e espiritual, e em ajudar a
abrir escolas, nas quais sejam os jovens educados para o serviço, a fim de que possam ser enviados,
obreiros a todas as partes do mundo? O próprio Deus deu origem aos planos para o avanço de Sua obra, e tem proporcionado a Seu povo um excesso de meios, a fim de que, quando Ele pedir auxílio, alegremente possam atender. Se forem fiéis em levar para o Seu tesouro os meios que lhes foram emprestados, Sua obra fará rápido progresso. Muitas almas serão ganhas para a verdade, e o dia da vinda de Cristo será apressado.

Querido irmão, o dízimo é algo de grande princípio que nos faz passar pelo crivo de Deus, esqueça o que homens imperfeitos fazem com este, mas dê sem olhar aquem. Faça sua parte que Deus estará vendo.
Nunca meças bênção com Dízimo, pois isso não é correto. Se você conhece igrejas que usurpam os fiéis com os dízimos, aplicando teologias baratas, para convencer a darem por medo ou ignorância, sai delas.

O mundo e as igrejas estão quebrando a lei de Deus, e se deve dar a advertência: “Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber o sinal na testa ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira
de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da Sua ira.” Apoc. 14:9 e 10. Com tal maldição pesando sobre os transgress ores do santo sábado de Deus, não deveríamos nós mostrar maior fervor, mais zelo? Por que somos nós tão indiferentes, tão egoístas, tão absorvidos pelos interess es temporais? Está o nosso interess e divorciado de Jesus? Tornou-se a verdade aguda demais, foi sua aplicação íntima demais
à nossa alma, e, como os discípulos de Cristo que se ofenderam, temos nós nos afastado para os elementos desprezíveis do mundo? Gastamos dinheiro para fins egoístas e satisfazemos noss os próprios desejos, enquanto almas perecem sem o conhecimento de Jesus e da verdade. Por quanto tempo,
irá isso continuar?

O plano divino do sistema do dízimo é belo em sua simplicidade e eqüidade. Todos podem dele lançar mão com fé e ânimo, pois é divino em sua origem. Nele se aliam a simplicidade e a utilidade, e não exige profundidade de saber o compreendê-lo e executá-lo. Todos podem sentir que lhes é possível ter parte em promover a preciosa obra de salvação. Todo homem, mulher e jovem se pode tornar tesoureiro do Senhor, e agente em atender às exigências sobre o tesouro. ... Grandes objetivos se conseguem com este sistema. Se todos a uma o aceitassem, cada um se tornaria vigilante e fiel tesoureiro de Deus; e não haveria falta de meios com que levar avante a grande obra de anunciar a derradeira mensagem de advertência ao mundo. O tesouro estará provido se todos adotarem esse sistema, e os contribuintes
não ficarão mais pobres. A cada depósito feito, tornar-se-ão mais ligados à causa da verdade presente.
Eles estarão entesourando “para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna”. I Tim. 6:19.


O oitavo mandamento condena o furto de homens e tráfico de escravos, e proíbe a guerra de conquista. Condena o furto e o roubo. Exige estrita integridade nos mínimos detalhes dos negócios da vida. Veda o engano no comércio, e requer o pagamento de débitos e salários justos. Declara que toda tentativa de obter-se vantagem pela ignorância, fraqueza ou infelicidade de outrem, é registrada como fraude nos livros do Céu.

Fica com Deus.

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Opa! Bom dia! hehehe! Voltei. Agora que pude ver a resposta neste tópico, trabalhei muito este final de semana e não pude acessar os blogs. Então vamos lá.

Repodendo o post anterior que incorre em tremendo erro ou flata de exclarecimento sobre os Adventistas do Sétimo Dia. (Quando você diz que não fazemos NADA neste DIA) Realmente percebo que os Adventistas que você conheceu ou talvez não tenha conhecido mesmo nossa doutrina cristã, trilha um pensamento equivocado. Não o culpo por isso, pois da mesma forma eu fui por muito tempo assim.

Fui seminarista e possuia muitas filosofias erroneas, olhava tudo com certo temor e preconceito. Perseguia pricipalmente os Protestantes, chamando-os abertamente de HEREGES - palavra essa de grande preconceito e falta de uma educação crítica embasada. Mas... a vida passou e fui amadurecendo, vi que eu era o ignorante!

Gosto de conversar com você, me lembra muito a mim. hehehe

Por isso vai uma opinião pessoal a respeito de teologia.
Mas antes começo com essa frase do escrito erudito adventista: "George Knight, “mais importante que ser evangélico é ser bíblico”.

Bom seria se todos fôssemos pelo menos um pouco como nossos pioneiros (estudavam mais de 100 textos bíblicos sobre um único assunto). Sabe por quê? Porque aí não teríamos um povo tão descompromissado com a Bíblia (hoje, qualquer apologista de outra denominação consegue embaralhar a mente daqueles que um dia foram de verdade o “povo da Bíblia”. Ainda há uns poucos que podemos considerar como estudiosos de verdade…) e nossos sermões não seriam apenas do tipo: “Jesus lhe ama”, ou “Jesus é seu amigo”. É claro que esse tipo de mensagem é fundamental, mas, se não contextualizarmos isso nas Três Mensagens Angélicas de Apocalipse 14:6-12 (bem pesadas por sinal, mas, se DEUS MANDOU-NOS PREGAR, eu é que não irei discutir com Ele), não há razão de existirmos como povo do advento!

“O Amor Tem que Ser Firme” - é o título de um ótimo livro do Dr. James Dobson. Amor exige firmeza para que limites sejam estabelecidos e, assim, as relações perdurem. Como você acha que consegui conquistar o respeito de pessoas que atacam a nossa fé? Com amor e firmeza, é claro.

Pode ter certeza de que respeito a sua opinião. Todavia, a apologia é um MANDAMENTO BÍBLICO e, enquanto Deus me der a vida, defenderei a verdade da forma correta como Ele tem me ensinado nesses nove anos (na verdade, 10) de experiência em lidar com pessoas de várias confissões religiosas. Não sou perfeito, mas, a graça de Jesus completa em mim (e em você) aquilo que falta.

“apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem.” Tito 1:9

“Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”. Judas 1:3 (ler o verso 4 também).

Apologia com “amor e firmeza” não afasta ninguém (é ordem Divina). Faz com que respeitemos os limites um do outro para que possa haver o diálogo. Digo por experiência, pois, uma vez, quando chamei um pastor do CACP (Centro Apologético Cristão de Pesquisas) de “irmão”, ele me disse: “sinto repulsa por você me chamar de irmão”. Aí, nosso diálogo não fluiu, pois, ele me atacou de tal modo - sem me conhecer ou começar um debate - que foi impossível darmos sequência.

Então... Quando se diz que os menbros da IASD não fazem NADA no sábado, isto se torna distorcido do que somos.

Se o irmão leu os links que lhê postei para análise e reflexão teria percebido mui claramente que há distição de leis (Cerimonial e Moral). Ficaria muito mais claro para o andar da conversa.

Quem não faz NADA no sábado é o povo Judeu que mesmo tendo a verdade não se firmou na verdade, não Guardaram os Mandamentos de Deus corretamente, criando muitos e muitos empecilhos, desta forma fazendo a observancia dos Mandamentos de Deus um FARDO.

Isso que o o inimigo quer. Pois só lembrando: DEUS NÂO MUDA!

Se Assim o fora eu não acreditaria mais nesse Deus. Pois Ele não seria digno de julgar NINGUÉM.

Pois se muda desta forma, favoreceria alguns e outro ficariam a ver navios.

Irmão James, Muitas igrejas protestantes dizem que o sábado foi abolido usando essas passagens bíblicas como: Oséias 2:11 – Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e o seus sábados e todas as suas festividades. Colossenses 2:14,16 – Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS.

Parecia que Paulo estava escrevendo aos adventistas quando escreve aos Gálatas e trata de livra-los dos enganos que os judeus queriam fazê-los a guardar a lei . O livro inteiro ressalta que a salvação não é pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo. Faz menção da observância de certos dias como uma parte da escravidão da lei (Gl 4.3-11)./ Cristo é o fim da lei ( Rm 6.14; 10.4).

Não são as Igrejas Protestantes ou mesmo a Igreja Católica que dizem que a lei de Deus foi abolida. Todas estão de acordo, até mesmo a Igreja Adventista do 7° Dia que o que foi abolido foram os sacrifícios de animais, pois Jesus foi o nosso sacrifício. As principais Igrejas do cristianismo afirmam que a lei moral, os 10 mandamentos e outras normas morais, continuam em vigor. Todas ensinam no catecismo os 10 mandamentos para suas crianças.

Recomendo o seguite artigo que mostra e confirma a validade da Lei de Deus:

(A Santa Lei de Deus)

Se quiser saber mais acesse aqui: (Eventos Finais)

Todas as igrejas mantém a mesma interpretação do livro de Gálatas do que a Igreja Adventista do 7° Dia: O livro inteiro ressalta que a salvação não é pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo. No entanto, todas entendem que aquelas pessoas que seguem a Cristo, o obedecem por amor. Se alguem diz estar em Cristo e quebra a lei é mentiroso. Vejamos 3 textos sobre isso. O primeiro é do apóstolo João:

(I João 2:3-6) – E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.

Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele. Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.

Os dois textos seguintes são do Apóstolo Paulo:

(Romanos 2:13) – Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.

(Romanos 3:31) – Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei
.

Como você pode ver os crentes “estabelecem a lei”. Porque nenhum assassino, adúltero ou mentiroso pode ser chamado de crente. Estes geralmente são conhecidos na sociedade por “falsos crentes” e são caricturizados em filmes e novelas.

Portanto o Livro de Gálatas trata da seguinte questão: “Você não pode ser salvo por esforço pessoal, por ter boas obras ou guardar a lei. Nem se você doar todo o seu dinheiro aos pobres você será salvo, pois a salvação está no que Cristo fez por nós”.

Mas os demais livros da Bíblia, e até mesmo do Apóstolo Paulo prosseguem com a explicação: “Você já acredita em Cristo? Então está salvo, mas deve andar como ele andou. Cristo não andou quebrando a lei, mas andou longe do pecado. Se você andar junto com Cristo, terá boas obras e guardará os mandamentos de Deus, mas como consequência de sua salvação. Não fará estas coisas para ser salvo”.

Muitas igrejas estão de acordo com a explicação acima. Em relação ao dia de descanso, em todas as igrejas protestantes clássicas e na Igreja Católica, embora não seja o sábado, ele continua sendo obrigatório no domingo. Na Igreja Católica andar junto com Cristo significa participar dos sacramentos e ir todos os domingos nas missas. O Domingo é considerado o dia do Senhor e sua violação é pecado. Vários artigos do Catecismo são dedicados ao “domingo” e inclusive (carta papal Dies Domini de 1998.). O mesmo na Igreja Batista, Presbiteriana, Anglicana, Metodista etc.

Apenas as igrejas pentecostais e neopentecostais surgidas no século XX, não pregam com dedicação sobre o dia santo do Senhor (o domingo). Mas na prática ser converso significa frequentar a igreja todos os domingos. Se você parar de ir certamente receberá a visita de alguns irmãos para saber o que está acontecendo.

A profecia de Oséias 2:11 se refere ao fato de que Deus não pode aceitar festas religiosas e nem a guarda do sábado de pessoas que pecam deslavadamente. A continuação deste texto esclarece esta questão:

(Oséias 2:13) – Castigá-la-ei pelos dias dos Baalins, nos quais lhes queimou incenso, e se adornou dos seus pendentes e das suas jóias, e andou atrás de seus amantes, mas de mim se esqueceu, diz o SENHOR.

Como o povo se enredou no pecado e esqueceu do Senhor, ele prometeu acabar com suas festas inúteis e seus sábados, que se tornaram odiosos aos seus olhos.

O Livro de Colocenses se refere a 2 fatos distintos:

Colossenses 2:14,16 – Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças,

Repare na palavra ”Ordenanças”. O Livro de Ordenanças ficava ao lado da arca da aliança e tratava das leis de remissão de pecados, baseados em sacrificios de animais:

(Deuteronômio 31:26) - Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do SENHOR vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti.


A Lei Moral, ficava dentro da arca da aliança. O Livro de Ordenanças ficava AO LADO da Arca. Todas as igrejas ensinam a lei moral resumidas nos 10 mandamentos e a maioria ensina que a transgressão do “domingo” é pecado.

Portanto, a grande maioria das Igrejas não interpreta que Colossenses ou Gálatas tenham abolido a Lei de Deus.

O segundo ponto de Colossenses é quando Paulo declara que “não vos julgueis por causa de sábados, festas” (Col 2:16). Paulo não poderia estar reprimindo estas coisas, pois ele próprio guardava a festa de Pentecostes:

(Atos 20:16) - Porque já Paulo tinha determinado passar ao largo de Éfeso, para não gastar tempo na Ásia. Apressava-se, pois, para estar, se lhe fosse possível, em Jerusalém no dia de Pentecostes.

E Paulo mesmo declarou que nada ensinou contra a Lei:

(Atos 24:14) - Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas.

O que Paulo ensinou é que a Lei não nos traz salvação. Os falsos mestres distorcem facilmente esta verdade acrescentando que “não devemos guardar a lei”. Mas Paulo declarou que “não abolimos a lei pela fé, mas a estabelecemos” (Romanos 3:31) e aquele que “somente ouve e não pratica a lei não é justo perante Deus” (Romanos 2:13).

Assim, em Colossenses 2:16 Paulo se refere a pessoas que provavelmente misturaram a religião pura (a guarda das festas e sábados de Deus) com o paganismo. Vejamos a continuação do texto:

(Colossenses 2:18) – Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão,

Alguns comentaristas cristãos declaram que havia um sincretismo, uma mistura de cristianismo e paganismo (culto aos anjos) em Colossos, que levou Paulo a escrever a carta aos Colossenses.

Como vimos, os escritos de Paulo são COMPLEXOS e tratam de vários temas diferentes. Pedro, percebeu como eles são facilmente distorcidos e declarou:

(II Pedro 3:16) - Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.

Portanto, devemos entender que Paulo disse que não podemos ser salvos guardando a lei. Mas os salvos por Cristo, os crentes o obedecem. “Não Matam, Não Mentem, Vão na Igreja no Sábado”. O resumo de tudo é:

(Apocalipse 14:12) – Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Ser Santo é ter fé em Jesus e guardar os mandamentos de Deus.

Fica com Deus.

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Bom se a Bíblia fala é verdade ficarão de fora os cães, idolatras, feiticeiros, ladrões... e outros. Se quem não entrega o seu dizimo para manter mordomias e robalheiras dentro das igrejas, vão para o inferno os que isto fazem e para o céus os que fazem o contrário, isto é entrega o seu dízimo mesmo que estejam comentendo outros pecados sem se arrempender.

Nathanael

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Querido Irmão, não entendi muito o seu post, mas vai uma tentativa de resposta a sua afirmação ou pergunta. hehehe. Como disse antes, não entedi bem, se a minha resposta não for a de sua pergunta desconcidere. Obrigado.

- Dá o dízimo não resulta em salvação, como comentei antes. O Grande problema dos Evengélicos é de que vivemos em uma era de sentimentalismo - falta de amor. E todos, digo TODOS mesmos, (Semões) tem associado CURA, BENÇÂO, MILAGRES e "SALVAÇÂO" com dinheiro. Affff.

O ser humando hoje busca resposta imediata e se possível paga (nos dois sentidos) por isso.

Devolver o Dízimo é um ato de caráter. Destroi o egoismo. Leia meus posts neste Fórum e você entenderá o que eu estou lhe disendo.

Querido Irmão, ajudar o próximo com comida, vestimenta, abrigo e etc. É louvavel está ação, mas lembre-se, isto não Salva Ninguém!

Crê em Cristo, em Deus também não! Pois até o demonios creem e tremem... e mesmo assim pergunto?

Serão Salvos?

Claro que não!

O Ato de dizimar é puramente FÉ, fidelidade.

Dê sua parte sem se importar com o que fazem com o mesmo. Pois estes que utilizam mal esta instituição divina pagaram centavo por centavo.

Não olhes para o homem que é falho e sim para Deus.

Agora se você não está contente com sua denominação, procure uma que você saiba o que estão fazendo com o dinheiro arrecadado.

Se para abreviar a Volta de Cristo ou Se para encher os bolsos de pastores que se utilizam da teologiam da prosperidade.

Fica com Deus.

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Hoje, ainda, o Senhor pede ofertas liberais à medida que nos concede prosperidade. As ofertas são necessárias para construir, manter e operar as igrejas e para empreender a obra médico-missionária, demonstrando o significado prático do evangelho.

Deveríamos nós doar tanto quanto os israelitas, ou será que o padrão por eles desenvolvido não mais é aplicável? Em o Novo Testamento, Cristo assentou os princípios da verdadeira mordomia – que os nossos dons sejam entregues a Deus em proporção à luz e aos privilégios que desfrutamos.

Ele disse: “Àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão” (Luc. 12:48).

Quando Cristo enviou Seus seguidores em missão, disse-lhes: “De graça recebestes, de graça dai” (Mat. 10:8). Esse princípio se aplica ao compartilhamento de nossas bênçãos financeiras.
Em parte alguma, o Novo Testamento repele ou descuida deste sistema.

Quando comparamos nossos privilégios e bênçãos com aqueles do antigo Israel, compreendemos que em Jesus nossa porção é consideravelmente maior. Nossa gratidão encontrará expressão correspondente através de maior liberalidade, de modo que o evangelho da salvação possa estender-se aos outros.

Quanto mais amplamente for o evangelho anunciado, maior será a necessidade de recursos materiais para mantê-lo.

Falando em termos gerais, as pessoas são ignorantes no tocante aos princípios divinos e negligenciam a prática da mordomia.

Mesmo entre os cristãos, poucos reconhecem seu papel como mordomos. A resposta de Deus à infidelidade de Israel provê claro vislumbre de como Ele considera esta questão.

Quando o povo utilizou os dízimos e ofertas para seu próprio benefício, Ele os advertiu de que estavam roubando (Mal. 3:8) e atribuiu a falta de prosperidade do povo a essa infidelidade nas coisas materiais: “Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim Me roubais, vós, a nação toda” (Mal. 3:9).

O Senhor revela Sua paciência, amor e misericórdia ao conceder, antes da advertência, a oferta de Sua graça: “Tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vós outros” (Mal. 3:7).

Ele lhes ofereceu abundantes bênçãos e os desafiou a prová-Lo em Sua própria fidelidade: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na Minha casa; e provai-Me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do Céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos” (Mal. 3:10-12).

Uma das razões por que Deus nos pede que Lhe consagremos continuamente toda a nossa vida – tempo, habilidade, corpo e posses materiais – é para estimular nosso próprio crescimento espiritual e o desenvolvimento do caráter. Enquanto nos mantivermos cônscios da propriedade de Deus sobre todas as coisas e do infindável amor que Ele derrama sobre nós, nosso próprio amor e gratidão serão nutridos.

A mordomia fiel também nos presta auxílio na vitória contra a cobiça e o egoísmo. A cobiça, um dos maiores inimigos do homem, é condenada no Decálogo. Jesus também advertiu quanto a seus perigos: “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” Luc. 12:15).

Nossas dádivas, feitas em base regular, auxiliam-nos a desarraigar a cobiça e o egoísmo de nossa vida.

A mordomia conduz ao desenvolvimento de hábitos de economia e eficiência. Tendo crucificado “a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gál. 5:24), nada utilizaremos para a nossa própria gratificação.

“Quando os princípios da mordomia recebem a direção da vida, a alma é iluminada, o propósito é decidido, os prazeres sociais são escoimados de aspectos insalubres, a vida comercial é conduzida sob os ditames da regra áurea e o esforço de ganhar almas se torna uma paixão. Essas são as abundantes bênçãos da provisão divina em uma vida de fé e fidelidade.”

Uma profunda satisfação e alegria provêm da certeza de que sobre tudo aquilo que for investido para a salvação daqueles pelos quais Ele morreu. O Mestre afirmou: “Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes” (Mat. 25:40).

Nada nos parecerá demasiado precioso para que o entreguemos a Jesus. Se Lhe devolvermos os talentos e meios que Ele confiou a nossa guarda, Ele nos colocará mais em mãos. Todo esforço que fizermos por Cristo será recompensado por Ele, e todo dever que cumprirmos em Seu nome ministrará em favor de nossa própria felicidade.”

A Igreja terá meios adequados para sustentar o ministério, para expandir o reino de Deus em sua vizinhança imediata e para estendê-la aos mais remotos lugares da Terra.

Esse corpo de membros voluntariamente colocará seu tempo, talentos e meios à disposição de Deus, em atitude de Amor e gratidão por Suas bênçãos. Em vista da garantia de Cristo, de que Ele retornará quando o evangelho do reino tiver sido pregado “em testemunho a todas as nações” (Mat.
24:14), todos são convidados a ocupar a posição de mordomos e coobreiros Seus.

Desse modo o testemunho da Igreja será uma poderosa bênção para o mundo, e seus fiéis mordomos sentir-se-ão felizes quando perceberem as bênçãos do evangelho sendo estendidas a outras pessoas.

Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito recolhermos de vós bens materiais? Se outros participam desse direito sobre vós, não o temos nós em maior medida? ... Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (I Cor. 9:11-14).

Querido irmão, o ato de dizimar como já mencionei é para anunciar a Volta de Cristo. Se você não devolve aquilo que é de Deus. OK.

Talvez por isso, quando olhamos a roubalheira e até o escárnio que fazem do uso do mesmo.

Não sou conivente, como tens julgado, mas procuro ver se o dinheiro empregado é para o que já mencionei logo acima.

Se você têm uma forma de pregar o evangelho sem a necessidade de dizimar ou possui recurso próprio para ministrar a obra de Deus e anunciar a Breve Volta Cristo, irmão, assim seja feito, para Honra e Glória de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém!

Mas lembre-se que Ninguém é salvo pelas OBRAS, mas ao mesmo tempo em que não somos salvo por ela (obras,) elas também condenam.

Interessante a Palavra de Deus.

De qualquer forma Ele nos pede que nos decida-mos, Ele nos pede que anuncie-mos ou seja Ele diz: Ide... .

Fica com Deus.

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